sexta-feira, 17 de abril de 2015

Numero de residências indígenas na cidade tem aumentado e preocupa população.



Imagens do Bairros Kaxinawá
O município de Jordão é um dos municípios acrianos que tem o maior percentual da população indígena da etnia Kaxinawá que vivem aqui há muito tempo. Em 1960 havia apenas cerca de 300 índios que trabalhavam na extração da borracha ou na agricultura dos patrões que eram os donos dos seringais. Aos poucos outros indígenas foram chegando de outras partes do Acre ou de outros seringais e foram formando suas famílias.

Com o declínio da borracha entre os anos 80 e 90, vários patrões acabaram abandonando seus seringais, outros foram embora para Tarauacá e Rio Branco e houve também aqueles que faleceram e seus filhos não fizeram caso das terras. Com isso, os indigenistas Terrí de Aquino, Marcelo Iglesias e Macedo juntamente com os quase 800 indígenas já existentes, iniciaram uma luta por demarcação de terras e hoje o Rio Jordão é todo demarcado e destinado aos quase 3000 mil Huni Kuin ou povo verdadeiro como são conhecidos.  

Mais o que vem causando preocupações a população da cidade de Jordão é que o numero de residências na cidade desses indígenas vem aumentando muito e os políticos locais não tomam uma atitude, pois acabam sendo reféns do sistema politico, já que os indígenas somem 30% do eleitorado jordanense.

O que se sabe é que a maioria dessas famílias dizem que estão construindo uma casa para hospedar-se para quando vem receber seus benefícios e acabam, depois de um tempo, vindo de vez e daí começa o sofrimento. 
 
Imagens do Bairros Kaxinawá
Esta semana uma família indígena que estava a oito (8) dias na cidade me procurou pedindo, por favor, que o ajudasse com pelo menos 2 litros de agua para beber, pois estava hospedado nas canoas e a Agua do Rio não estava boa para consumo humano. Ao providenciar a agua dois dias depois me pediu um dinheiro para comprar 2 kg de carne para alimentar sua família alegando que ainda não tinha conseguido receber seus benefícios junta ao banco.

Inclusive esse é outro problema que vem causando sofrimento a essas famílias como todas as pessoas que vem da zona rural na tentativa de receber seus vencimentos e não conseguem no prazo determinado por falta de dinheiro na instituição financeira, no caso, Caixa Econômica. O que os obrigam a ficarem exposto a chuva, frio além da fome, e  todas as famílias indígenas vem acompanhadas de suas crianças. 

Nossos políticos precisam entrarem em acordo e criar mecanismo que venha garantir os direitos desses indígenas para que vivam em paz em suas aldeias onde só assim poderão está mais protegidos, inclusive de doenças.
Imagens do Bairros Kaxinawá

Acre sedia encontro de entidades médicas para a criação de Federação Médica Brasileira.



A Federação dos Médicos da Amazônia (Femam) realiza no Acre encontro para tratar da fundação da Federação Médica Brasileira (FMB), às 18 horas desta sexta-feira, no hotel Best Western. O evento tem a colaboração do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC).

O objetivo é criar uma entidade que possa representar a classe em todo o território nacional, buscando a valorização profissional. As diretrizes debatidas na reunião dos sindicalistas terão como base reivindicações trabalhistas, como a melhoria dos serviços de saúde, a carreira médica e mais investimentos para o setor.

“Essa é uma reunião prévia com os sindicatos de todos os Estados da Amazônia para um encontro que será realizado no Recife, no dia 24”, explicou o presidente do Sindmed-AC, José Ribamar Costa.

Mais de 20 sindicatos integrarão a nova entidade nacional que busca como ponto central o bem estar do trabalhador.

A FMB está sendo criada depois do rompimento da base com a atual diretoria da Federação Nacional dos Médicos (Fenam). O motivo do atrito foi a mudança no estatuto da antiga entidade que permitiu a prorrogação de mandato e a reeleição do atual presidente. 

Cameli manifesta preocupação com desocupação dos jovens no Brasil.



O senador Gladson Cameli (PP-AC) manifestou a sua preocupação com o elevado número de jovens com idade entre 15 e 29 anos que não trabalham nem estudam.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na pesquisa nacional por amostra de domicílios feita em 2012, a geração nem nem, como é conhecida essa parcela da população que nem trabalha nem estuda, é formada por 9,7 milhões , num universo de 49,4 milhões de jovens.

Diante desses dados, o senador defende medidas para aumentar a oferta de cursos de capacitação para esses jovens e de empregos. Ele reconheceu a elevação do número de vagas em cursos de nível superior nos últimos dez anos, mas observou que na faixa que compreende os jovens com idade entre 15 e 17 anos, a preocupação maior deve ser com a conclusão do ensino médio.

Já entre os que têm mais de 18 e menos de 24 anos, a preocupação deve ser com a capacitação profissional e a oferta de empregos, pois 23,4% deles nem trabalham nem estudam, lamentou o senador.

Quanto aos que têm mais de 24 anos e menos de 29, o índice é menor: 21,3% deles não trabalham nem estudam. Por isso, ele sugeriu medidas de incentivo às empresas que contratarem pessoas nessa faixa etária.

Outra preocupação de Gladson Cameli é em relação ao público feminino, pois 73% da geração nem nem é formada por mulheres. Em sua avaliação, a gravidez precoce é responsável pelo afastamento dessas jovens do estudo e do mercado de trabalho.

Ele ainda lamentou que a violência seja uma realidade nessa faixa da população.

- As taxas de violência no Brasil são altíssimas. Em 2012, o IBGE registrou uma taxa de 25,2 vítimas a cada 100 mil habitantes. E quando tratamos de jovens de 15 a 29 anos, esse número é seis vezes maior: temos uma taxa de mortalidade nessa faixa etária de 175 mortes por 100 mil habitantes. Esses números mostram que o ditado popular ‘mente vazia, oficina do diabo’ nunca foi tão correto - disse o senador.
 Blog Tarauacá Agora

segunda-feira, 13 de abril de 2015

COMUNICADO: Olá leitores do Blog Jordão Agora.

Olá queridos leitores do Blogger Jordão Agora e que nos acompanha desde agosto de 2011 quando criamos este meio de comunicação. Gostaria somente de pedir a compreensão de todos vocês no sentido de não estarmos alimentando nosso Sitio por problema de conexão com o programa Floresta Digital a unica forma de acessarmos a rede mundial de computadores disponível em Jordão. 

A quase 1 mês estamos sem conexão e varias ligações já foram feitas para Rio Branco pedindo a solução do problema e quando funciona é somente cerca de horas e o problema volta tudo de novo.


Grato a todos 


João Bráz

quinta-feira, 9 de abril de 2015

PT vai ao Supremo contra votação de projeto sobre terceirização.

O líder do PT na Câmara, Sibá Machado (AC), e o deputado Alessandro Molon (PT-RJ) protocolaram nesta quarta-feira (8) mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar impedir a votação do projeto de lei que regulamenta contratos de terceirização. Na ação, os parlamentares pedem ainda que a votação seja anulada, caso a proposta já tenha sido aprovada no momento da decisão do tribunal. 
O argumento dos petistas é o de que uma medida provisória editada pela presidente Dilma Rousseff em 2014 está trancando a pauta de votações desde esta terça-feira (7). Exatamente para viabilizar a análise da proposta sobre terceirização, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), alterou na noite desta terça (7) o entendimento sobre o momento em que uma medida provisória começa a trancar a pauta da Casa.



Pelo entendimento anterior da Câmara, a pauta de votações ficava trancada se uma medida provisória não fosse analisada em até 45 dias após sua publicação no “Diário Oficial da União”. Agora, após o término desse prazo, as medidas provisórias só impedirão a votação de outros projetos se tiverem sido lidas no plenário. Não há prazo para a leitura.

No mandado se segurança protocolado no Supremo, os parlamentares do PT argumentam que o entendimento anunciado por Cunha viola a Constituição Federal, que diz: “Se a medida provisória não for apreciada em até quarenta e cinco dias contados de sua publicação, entrará em regime de urgência, subsequentemente, em cada uma das Casas do Congresso Nacional, ficando sobrestadas, até que se ultime a votação, todas as demais deliberações legislativas da Casa em que estiver tramitando”.

“Esse entendimento é flagrantemente inconstitucional. A Constituição diz que a data é a da publicação", afirmou Alessandro Molon. Na ação, ele solicita uma liminar (decisão provisória) que suspenda o entendimento de Cunha e declare a nulidade de qualquer deliberação da Câmara que ocorra a partir desta quarta.

O PT é contrário ao projeto que regulamenta as terceirizações por considerar que ele prejudica os trabalhadores. “Essa é a maior violação aos trabalhadores da história recente do país. [...] O PT é contra a piora das condições de trabalho e contra a redução dos salários dos trabalhadores”, disse Molon.

Já os defensores do texto argumentam que ele trará “segurança jurídica” aos contratos e mais direitos aos trabalhadores terceirizados. “Queremos garantia jurídica, que a empresa tenha segurança de contratar e o trabalhador tenha direitos garantidos. E também que o país seja competitivo. No mundo inteiro é assim”, diz o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG).

O trecho mais polêmico da proposta é o que permite que empresas contratem trabalhadores terceirizados para exercer qualquer função. Atualmente esse tipo de contratação é permitida apenas para a chamada atividade-meio, e não atividade-fim da empresa.
Ou seja, uma universidade particular, por exemplo, pode terceirizar serviços de limpeza e segurança, mas não contratar professores terceirizados. Pelo texto que será votado na Câmara, essa limitação não existirá mais.

G1.com

quarta-feira, 8 de abril de 2015

VERGONHA: Câmara dos Deputados aprova projeto de lei que regulamenta a terceirização no País.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (8) o projeto de lei 4330/2004, que regulamenta contratos de terceirização no mercado de trabalho. Agora, o projeto será encaminhado diretamente para votação no Senado.

O projeto tramita há 10 anos na Câmara e vem sendo discutido desde 2011 por deputados e representantes das centrais sindicais e dos sindicatos patronais. Ele prevê a contratação de serviços terceirizados para qualquer atividade, desde que a contratada esteja focada em uma atividade específica.

As normas atingem empresas privadas, empresas públicas, sociedades de economia mista, produtores rurais e profissionais liberais. O texto somente não se aplica à administração pública direta, autarquias e fundações. 
Representantes dos trabalhadores argumentam que a lei pode provocar precarização no mercado de trabalho. Empresários, por sua vez, defendem que a legislação promoverá maior formalização e mais empregos.

O que é terceirização?
Na terceirização uma empresa prestadora de serviços é contratada por outra empresa para realizar serviços determinados e específicos. A prestadora de serviços emprega e remunera o trabalho realizado por seus funcionários, ou subcontrata outra empresa para realização desses serviços. Não há vínculo empregatício entre a empresa contratante e os trabalhadores ou sócios das prestadoras de serviços.

Atualmente, é a Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que determina que a terceirização no Brasil só deve ser dirigida a atividades-meio. Essa súmula, que serve de base para decisões de juízes da área trabalhista, menciona os serviços de vigilância, conservação e limpeza, bem como “serviços especializados ligados à atividade-meio do tomador”, “desde que inexistente a pessoalidade e a subordinação direta” do funcionário terceirizado com a empresa contratante.

Quais os pontos polêmicos da proposta?
O PL 4330/04 envolve quatro grandes polêmicas, que têm causado protestos das centrais sindicais: a abrangência das terceirizações tanto para as atividades-meio como atividades-fim; obrigações trabalhistas serem de responsabilidade somente da empresa terceirizada – a contratante tem apenas de fiscalizar; a representatividade sindical, que passa a ser do sindicato da empresa contratada e não da contratante; e a terceirização no serviço público. Já os empresários defendem que a nova lei vai aumentar a formalização e a criação de vagas de trabalho.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Asareat, Prefeitura e Seaprof tenta pela segunda vez implantar a II Feirinha do Produtor Jordanense

A Associação dos moradores da Reserva Extrativista do Alto Tarauacá – Asareat em parceria com a Prefeitura Municipal de Jordão e Secretaria Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof), estará nos dias 27, 31 de março e 01 de Abril nas comunidades Duas Nações, Moema, Boa Vista e São João, próximas a cidade fazendo um cadastramento dos produtores interessados em participarem da II Feira do Produtor que será implantada pela segunda vez, desta vez, por estas três instituições.


O objetivo é fazer com que não falte os produtos básicos da agricultura familiar sendo comercializado na cidade aos consumidores urbanos. Amanhã estaremos nas comunidades Duas Nações e Moema, na Segunda estaremos na Comunidade Maria Correia Seringal São João depois Boa Vista.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Asareat pede socorro.

A Associação dos Seringueiros e Agricultores da Reserva Extrativista (Asareat) localizada na zona rural dos municípios de Tarauacá e Jordão, vem sendo ao longo do tempo, uma Associação vitoriosa apesar das grandes dificuldades que enfrentou desde sua fundação em 2000. Com 15 anos de existência muita coisa foi feita e muitas outras foram deixadas por fazer.

Ao assumir este importe cargo de Presidente, vi o tamanho da necessidade de sermos pacientes e temperantes com algumas coisas. Por outro lado, inteligente pra saber administrar o bem público com sabedoria e isso só com fé em Deus. Estamos tentando fazer alguma coisa pra melhorar o escritório da Associação que fica na Cidade de Jordão, quase caindo, começando uma luta na tentativa de fazer uns reparos, construir uma cozinha e instalar nosso escritório. Quitamos luz no valo de quase R$ 600,00 e estamos religando.

Estamos também tentando recuperar os recursos da construção de mais de 60 casas construídas pelo INCRA e que o mesmo foi bloqueados e as pessoas precisam receber por seu trabalho, e outros que precisam ainda construir sua casa. Recentemente enviei ao Senador Jorge Viana e aos Deputados Jesus Sérgio e Jenilson Lopes, um Oficio pedindo ajuda junto ao Ministério Público Federal para que venha liberar os mais de meio milhão de reais bloqueados.

Precisamos de barcos motorizados, reforma da Sede no Seringal Alagoas Rio Tarauacá, reforma do escritório em Jordão, a criação de um mercado dos agricultores e transportes além de abertura de crédito que financie a criação de pequenos animais e a produção da agricultura família e de subsistência.


Ou seja, estamos pedindo socorro.






Vereador de Tarauacá, Roberto Freire, morre vítima de câncer.

Faleceu hoje às 5:15h, na UTI do Hospital do Câncer em Rio Branco, vitima de câncer, o Vereador Roberto Freire do município de Tarauacá. Roberto estava internado desde o dia 8 de fevereiro.

Seu corpo deve ser transladado para Tarauacá no dia de hoje e deve ser velado no prédio da câmara de vereadores. Roberto de Souza Freire tinha 48 anos, servidor público municipal, estava no terceiro mandato de vereador, era casado e tinha um casal de filhos.


Freire também era presbítero da Igreja Assembleia em Tarauacá, importante função ministerial na denominação religiosa.

DEPOIS DE VÁRIOS DIAS JORDÃO VOLTA A SE COMUNICAR VIA INTERNET