segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Indígena filho do Município de Jordão-AC conclui faculdade de Medicina em São Paulo.


 
Em 2012, começava a jornada do jovem indígena Ornaldo Baltazar Sena Ibã, da Etnia Hunikuin, nascido na Aldeia Novo Segredo, em Jordão (AC) em busca de realizar um sonho: cursar medicina.
Aos 22 anos, ele foi aprovado para cursar Medicina na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), no interior de São Paulo, e agora ele deve regressar à terrinha graduado em Medicina.

Ornaldo Baltazar Sena se formou sem a Lei de Cotas para o Ensino Superior. Pelas redes sociais, ele comemorou a realização do sonho e disse que pretende atuar especificamente na área de saúde indígena no Acre.

“Oficialmente formado, gente! Sem texto grande, só o sentimento de gratidão a esta universidade maravilhosa que me acolheu e me ensinou muitas coisas sobre diversidades! E obrigado todas as pessoas envolvidas na minha formação!”

Em 2012,o jovem indígena concedeu entrevista ao Jornalista Altino Machado, na qual detalhou os desafios a serem vencidos para sua permanência na UFSCar. Graças a notoriedade do jornalista, o acadêmico obteve inúmeras ajudas, desde passagens aréas até ajudas de custo.


Moro: "Eu não assumiria um papel de ministro da Justiça com risco de comprometer a minha biografia".


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A apresentadora do Fantástico, Poliana Abritta, foi a Curitiba para uma entrevista com o juiz Sérgio Moro, que está de mudança pra Brasília a partir de janeiro. Ele assume o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Sob elogios e críticas, o juiz Sérgio Moro aceitou o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro.

Poliana Abritta: O que foi decisivo, juiz, pra esse sim?

Sérgio Moro: O grande motivador dessa aceitação do convite foi a oportunidade de ir a Brasília numa posição de poder elevada de ministro da Justiça e poder implementar com essa posição uma agenda anticorrupção e uma agenda anticrime organizado que não se encontram ao alcance de um juiz de Curitiba, mas podem estar no alcance de um ministro em Brasília.

Poliana Abritta: O senhor conversou com familiares ou fez uma reflexão sozinho?

Sérgio Moro: Conversei com amigos, com pessoas experientes, conversei também com a minha família. Na verdade, dos amigos, os conselhos foram diferenciados. Alguns me recomendaram que não, outros me recomendaram que sim.

Poliana Abritta: Teve algum momento que o senhor pensou em dizer não?

Sérgio Moro: Sim, isso foi tudo muito novo. Uma semana antes do segundo turno, dia 23 de outubro, eu fui procurado pelo futuro ministro da Economia, o senhor Paulo Guedes, com uma sondagem. Confesso que eu vi essa sondagem e fiquei tentado. Aguardei o encerramento das eleições. E tudo foi decidido, na verdade, no dia 1º de novembro.
Nesse dia, o juiz foi visitar o presidente eleito Jair Bolsonaro na casa dele, no Rio de Janeiro. Saiu de lá como futuro ministro.
Sérgio Moro: O que eu percebia nas pessoas comuns era um certo entusiasmo, um desejo de que eu aceitasse esse convite. As pessoas me procuram, me cumprimentam. Pra mim, é um sinal de que há uma grande expectativa. E espero corresponder a essa expectativa.

Poliana Abritta: O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Ayres Britto disse que essa mudança rápida do senhor da Justiça pro Executivo, "comprometeria a separação e independência dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário". O que senhor tem a dizer sobre isso?

Sérgio Moro: Tenho grande respeito pelo ex-ministro Ayres Britto. Eu acho que a avaliação dele, nesse caso, está equivocada. Existe essa fantasia de que o ex-presidente Lula, que foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, teria sido excluído arbitrariamente das eleições por conta do processo criminal. Mas o fato que ele tá condenado e preso porque ele cometeu um crime.

Poliana Abritta: A defesa do ex-presidente Lula entrou com um novo pedido de habeas corpus pela liberdade dele e pela anulação da ação penal do caso do tríplex. E o principal argumento é de que houve "irremediável perda da imparcialidade". O senhor, em algum momento, temeu colocar em risco todo o trabalho feito até agora ao aceitar o convite pro ministério?

Sérgio Moro: Não. Veja, essa questão pertence hoje às cortes de Justiça, não mais a mim. Mas eu proferi a decisão em relação ao ex-presidente Lula em meados de 2017. Então, assim, eu nem conhecia o presidente eleito Jair Bolsonaro. Eu sopesei essas questões, também levei em conta. Mas, pelo que eu vejo nas pessoas comuns, que eu encontro por aí, ninguém tem essa sombra de desconfiança.
Na sexta-feira, depois desta entrevista, o Conselho Nacional de Justiça solicitou que Sérgio Moro preste informações por "suposta atividade político-partidária" ao aceitar o convite para ser ministro. O juiz terá 15 dias para se manifestar.
Sérgio Moro: Eu estou indo pra consolidar os avanços da Operação Lava-Jato em Brasília.

Leia a entrevista na integra no G1.com



domingo, 11 de novembro de 2018

Segundo dia do Enem tem 29% de faltas e alívio com 30 minutos extras; veja memes, avaliação e o que caiu.


Caderno de provas azul do segundo dia de Enem 2018 — Foto: G1/G1
O segundo dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 deste domingo (11) teve uma novidade: o tempo extra para fazer a prova de matemática e ciências da natureza (com física, química e biologia).
Houve também questões com o popular game Minecraft, mutações genéticas, peixes elétricos da Amazônia, carros 'flex' e até a Lei Nacional sobre Drogas.

1. Meia hora a mais
Em 2018, o segundo dia de provas teve 5 horas de duração, em vez das 4h30 de sempre. A mudança aconteceu após o Ministério da Educação (MEC) mudar a divisão das disciplinas, concentrando as provas de humanas em um dia e, no outro, as de exatas. Em 2017, os candidatos reclamaram do tempo insuficiente. Neste ano os 30 minutos extras ajudaram os candidatos, principalmente na prova de matemática, segundo os professores.

2. Minecraft, peixes e carros elétricos... o que caiu na prova

O popular game Minecraft caiu no Enem 2018 em uma questão de matemática em que os candidatos teriam que calcular um cubo. Teve também conceitos sobre mutações genéticas, peixes e carros elétricos, e até a Lei Nacional sobre Drogas – quando os alunos teriam que calcular o tempo médio de pena para um crime. Confira tudo o que caiu no segundo dia de provas do Enem.

 

3. Memes do Enem

Avatares de alunos no MinecraftEdu, versão do jogo de cubos voltado à educação — Foto: Reprodução/ Minecraft
A questão sobre Minecraft da prova de matemática do Enem 2018 foi o principal destaque da hashtag #AprendinoEnem, no Twitter.
Nas zoeiras com os memes, apareceram também muitas brincadeiras com as provas de matemática, física, química e biologia e o 'Enem de exatas' superou a piada com atrasos.

Leia mais no G1.com



terça-feira, 30 de outubro de 2018

NOTA DE ESCLARECIMENTO SESACRE


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A Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) vem a público esclarecer que não procede a informação de que haverá cortes dos plantões extras da saúde com efeito na folha de outubro. Eles serão pagos normalmente, após o pagamento da folha. A decisão se dá em face de incongruências entre as informações das unidades e o processado.

Ciente da importância da categoria e do seu empenho em garantir o melhor atendimento à população, sendo um dos serviços indispensáveis aos acreanos, a Sesacre refirma seu compromisso com a saúde, sendo esta uma das prioridades do governo atual.

Rui Arruda
Secretário de Estado de Saúde

Fonte: Assessoria


Bolsonaro diz que convidará Sérgio Moro para ministro da Justiça ou o indicará para o STF.


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Presidente eleito afirmou ao JN que Constituição será 'bíblia', que é 'totalmente favorável' à liberdade de imprensa e que fala na qual se referiu a 'marginais vermelhos' foi 'desabafo'.

presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou na noite desta segunda-feira (29), em entrevista ao vivo ao Jornal Nacional, que convidará o juiz federal Sérgio Moro para ser o futuro ministro da Justiça ou então o indicará para uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal.

"Pretendo convidá-lo para o Ministério da Justiça ou – seria no futuro – abrindo uma vaga no Supremo Tribunal Federal, na qual melhor ele achasse que poderia trabalhar para o Brasil", afirmou Bolsonaro.

Na entrevista, além da questão sobre Sérgio Moro, o presidente eleito respondeu a perguntas sobre outros cinco temas: classificou a Constituição como uma "bíblia";
Afirmou que a acusação de homofobia é um "rótulo";
Se declarou "totalmente favorável" à liberdade de imprensa;
Disse que a fala sobre "marginais vermelhos" foi um "desabafo";
e pediu "uma oportunidade" aos eleitores que não votaram nele.


domingo, 28 de outubro de 2018

FEIJÓ: DOUTOR BABA É ASSASSINADO COM DISPARO DE ARMA DE FOGO AO CHEGAR EM SUA RESIDENCIA.


Uma triste notícia abalou as cidades de Feijó e Tarauacá na noite deste sábado, 27 de outubro. O médico Rosaldo Firmo de Aguiar França, popularmente conhecido por Doutor Baba, morreu depois de ser atingido por um tiro, quando retornou até sua residencia após o seu plantão no hospital geral de Feijó.

A polícia foi acionada e chegou na chácara do médico e o encontrou ferido e o levou para o hospital. Chegando la os médicos ainda tentaram reanimá-lo mas o mesmo foi a óbito.

Doutor Baba era natural de Tarauacá e estava radicado na cidade de Feijó há muitos anos. 

O médico vinha usando bastante as redes sociais em favor da candidatura do presidenciável Jair Bolsonaro do PSL e acabara de postar uma foto no seu facebook onde o mesmo batia continência e anunciava que faltava apenas 1 (um) dia para eleição. O médica já vinha sofrendo ameaças.  

A polícia iniciou uma investigação e ainda não se sabe as circunstâncias aconteceu sua morte. Mais informações em breve.



sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Furacão Michael deixa casas devastadas e árvores caídas em passagem pela Flórida.


Casa e veículo são destruídos após a passagem do furacão Michael em Mexico Beach, Flórida - 11/10/2018
A violência do furacão Michael ficou visível nesta quinta-feira em cidades costeiras devastadas na Flórida, onde fileiras de casas foram arrancadas de suas fundações, telhados arrancados de escolas pela força quase recorde da tempestade que deixou seis mortos.

Panes de comunicação e ruas bloqueadas por árvores caídas, linhas de transmissão espalhadas e destroços tornavam difícil fazer uma avaliação completa dos estragos causados pelo Michael nesta quinta-feira, mas o quadro inicial é desolador.

O Michael se abateu sobre o litoral noroeste da Flórida perto da pequena cidade de Mexico Beach na quarta-feira com ventos de 250 quilômetros por hora, empurrando uma parede de água do mar sobre o continente. O céu clareou nesta quinta-feira, um contraste com a chuva torrencial do dia anterior.

Vídeos feitos pela rede CNN a partir de um helicóptero mostraram que as casas de Mexico Beach próximas ao mar perderam tudo, menos as fundações. Algumas quadras mais adentro do continente, cerca de metade dos lares foram reduzidos a pilhas de madeira e paredes laterais, e aqueles ainda de pé sofreram danos graves.

A tempestade, o terceiro furacão mais intenso a atingir o território continental dos Estados Unidos, enfraqueceu de madrugada e se tornou uma tempestade tropical, seguindo para o nordeste nesta quinta-feira e provocando chuvas fortes na Geórgia e nas Carolinas, Estados que ainda estão se recuperando da passagem do furacão Florence um mês atrás.

O furacão matou ao menos seis pessoas na Flórida, na Geórgia e na Carolina do Norte com queda de árvores e outros incidentes relacionados ao furacão, disseram autoridades e a mídia local.

Os feridos na Flórida foram levados a hospitais em Tallahassee, com alguns machucados após a tempestade com queda de galhos de árvores, disse Allison Castillo, diretora de serviços de emergência no Capital Regional Medical Center.
(Por Rod Nickel; reportagem adicional de Devika Krishna Kumar, Gina Cherelus, Scott DiSavino, Dan Whitcomb, Brendan O'Brien, Gary McWilliams, Liz Hampton, Andrew Hay, Alex Dobuzinskis e Humeyra Pamuk)

Fonte: MSN

Petecão declara apoio a Jair Bolsonaro no segundo turno.

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Em primeiro discurso após vitória com mais de 244 mil votos nas eleições deste ano, o senador Sérgio Petecão (PSD) declarou apoio à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à presidência da República no segundo turno.

“Tive uma conversa com a direção nacional do PSD e o partido está liberado para apoiar quem quiser. Como presidente do PSD no Acre, tomamos a decisão de apoiar o candidato Jair Bolsonaro à presidência da República”, disse o senador.  

Petecão agradeceu ainda a população acreana pela expressiva votação que teve para o Senado no último domingo (7). “O povo generoso do meu estado me deu mais uma vez a oportunidade de representá-los no Senado. Não tenho palavras para expressar o meu sentimento de gratidão. Isso aumenta nossa responsabilidade e posso garantir que não medirei esforços para ajudar, cada vez mais, o meu estado”, disse.

O senador parabenizou ainda a eleição do governador Gladson Cameli (PP) e do senador Marcio Bitar (MBD). 


Fonte:Assessoria 

sábado, 6 de outubro de 2018

Ibope para presidente, votos válidos: Bolsonaro, 41%; Haddad, 25%; Ciro, 13%; Alckmin, 8%.

Pesquisa Ibope - 6 de outubro - evolução da intenção de voto — Foto: Arte/G1

O Ibope divulgou neste sábado (6) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. Segundo o instituto, desde a pesquisa divulgada no dia 3, e realizada nos dias 1 e 2 de outubro, o primeiro colocado, Jair Bolsonaro, cresceu quatro pontos, enquanto Fernando Haddad, em segundo lugar, oscilou um ponto para baixo.

O Ibope divulgou neste sábado (6) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. Segundo o instituto, desde a pesquisa divulgada no dia 3, e realizada nos dias 1 e 2 de outubro, o primeiro colocado, Jair Bolsonaro, cresceu quatro pontos, enquanto Fernando Haddad, em segundo lugar, oscilou um ponto para baixo.

A probabilidade de os resultados retratarem a realidade é de 95%, considerando a margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos. A pesquisa ouviu 3.010 eleitores na sexta-feira (5) e no sábado (6).

Votos válidos

Jair Bolsonaro (PSL): 41%
Ciro Gomes (PDT): 13%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (REDE): 3%
João Amoêdo (NOVO): 3%
Alvaro Dias (PODE): 2%
Cabo Daciolo (PATRI): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Eymael (DC): 0%
Vera (PSTU): 0%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

G1.com

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Pesquisa Datafolha para presidente: Bolsonaro, 35%; Haddad, 22%; Ciro, 11%; Alckmin, 8%; Marina, 4%.




Nos votos válidos, Bolsonaro tem 39%, Haddad, 25%, Ciro, 13%, Alckmin, 9%, e Marina, 4%. Levantamento foi realizado na quarta-feira (3) e na quinta (4).

O Datafolha divulgou nesta quinta-feira (4) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 10.930 eleitores nesta quarta-feira (3) e na quinta (4).

Segundo o Datafolha, Jair Bolsonaro, do PSL, manteve o crescimento e atingiu 35%. Fernando Haddad, do PT, ficou estável.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 35%
Fernando Haddad (PT): 22%
Ciro Gomes (PDT): 11%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (Rede): 4%
João Amoêdo (Novo): 3%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Cabo Daciolo (Patriota): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 0%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 6%
Não sabe/não respondeu: 5%

Acima, nos votos totais, são considerados os votos brancos e nulos e o percentual dos eleitores que se declaram indecisos.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Petrobrás supera Vale e volta a ser empresa mais valiosa do País.


O otimismo dos investidores com o avanço do candidato Jair Bolsonaro (PSL) levou os ativos brasileiros a se valorizarem nesta terça-feira, 2. A pesquisa Ibope/Estado/TV Globo deu impulso sobretudo às ações da Petrobrás, que voltou a ocupar o posto de maior empresa de capital aberto do Brasil, segundo a Economática.

Mesmo com petróleo em queda, as ações da estatal subiram 8,67%, a R$ 22,82, no caso das preferenciais, e 6,74%, a R$ 25,81, para as ordinárias.

Com a forte valorização, a Petrobrás chegou a R$ 319,928 bilhões em valor de mercado, superando Vale (R$ 318,083 bi), Ambev (R$ 286,881 bi) e Itaú (R$ 271,656 bi).

O Ibovespa, índice que reúne as principais ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo, fechou o dia em alta de 3,78%, aos 81.593,85 pontos. Não havia uma valorização tão grande na Bolsa desde o dia 7 de novembro de 2016.

Esse não é o maior valor de mercado alcançado pela empresa de petróleo neste ano. Em maio, a companhia chegou a valer R$ 388,845 bilhões.

Fonte: MSN-Brasil

sábado, 22 de setembro de 2018

“Desejo continuar com a minha profissão, mas temo pela minha vida”, diz professor agredido em sala de aula no RJ.




Na porta da sala onde aconteceram as humilhações, há uma inscrição 'Turma do terror'. Segundo ele, agressões são constantes, mas sempre acreditou que ia 'resolver com o diálogo'.

Uma rotina de agressões. É assim que o professor de língua portuguesa Thiago dos Santos Conceição, de 31 anos, define a rotina no Ciep Mestre Marçal, em Rio das Ostras, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Imagens gravadas por um dos estudantes na última terça-feira (18) mostram diversas agressões promovidas pelos alunos quando ele tentava aplicar uma avaliação para uma turma do 9º ano. Agora, ele teme voltar às salas de aula.

“Eu desejo continuar com a minha profissão, mas temo pela minha vida”, destacou Thiago, que chora ao lembrar do episódio.

Depois do episódio, ele pediu afastamento porque não tinha condições de voltar a dar aula para os jovens. Thiago tem a consciência de que não é um caso isolado e que outros professores no Rio de Janeiro e em outros estados passam por situações semelhantes a dele.

“Eram constantes as agressões, mas a gente sempre acha que vai resolver com diálogo”, destacou o professor, que leciona há dez anos.
Thiago começou a trabalhar no Ciep em fevereiro, no começo do ano letivo. Desde o início, a rotina era de agressões verbais e de insultos. O professor chegou a procurar a direção da instituição e revelou o problema, mas, segundo ele, nenhuma providência foi tomada.

Apesar da violência, Thiago diz que sempre insistiu em usar o conhecimento para transformar a realidade em que vivem os alunos.
“Todas as minhas aulas eu falo sobre a importância do diálogo, sobre a importância da educação”, revelou Thiago, emocionado.


terça-feira, 18 de setembro de 2018

Oficina sobre “enxertia” ocorre em propriedade de agricultora, nesta terça-feira.


Atividade integra o projeto de extensão Educação para Transformação

Itajaí – Nesta terça-feira, dia 18 de setembro, das 13h30 às 18h, será realizada uma oficina sobre a técnica de "enxertia" – união dos tecidos de duas plantas – do projeto de extensão Educação para Transformação: Meio Ambiente, Saúde e Gênero, da Universidade do Vale do Itajaí (Univali). A atividade terá como palestrante Luana Maro, engenheira agrônoma da Epagri e pesquisadora em Fruticultura Tropical, e ocorrerá, conforme prática periódica do projeto, na propriedade de uma mulher agricultora localizada no bairro Espinheiros, em Itajaí.

Todos os meses são feitas oficinas dirigidas às mulheres participantes do projeto, sob coordenação da professora Márcia G. Marian Vieira. Os encontros objetivam a troca de saberes e o fortalecimento dos conhecimentos sobre os assuntos ligados à agroecologia, o meio ambiente e a saúde, para serem aplicados nas hortas agroecológicas. Essas oficinas proporcionam aprendizados teóricos e práticos aos envolvidos.
Neste encontro, na casa da dona Maria de Lourdes, as mulheres poderão aumentar a produtividade das hortas orgânicas, a partir da técnica da enxertia. A propriedade da agricultora está localizada na Rodovia Jorge Lacerda, número 1964, no bairro Espinheiros, em Itajaí.


Mais informações: (47) 3341-7712 | (48) 99619-0214, com a professora Márcia Gilmara Marian Vieira.


sexta-feira, 14 de setembro de 2018

O Livro Negro do Socialismo/Comunismo

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A vasta maioria dos países comunistas é culpada dos três crimes definidos no artigo 6º do Estatuto de Nuremberg: crimes contra a paz, crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

A discussão brasileira sobre os nossos "anos de chumbo" raramente situa as coisas no contexto internacional da Guerra Fria, a qual alcançou seu apogeu nos anos 60 e 70, provocando um "refluxo autoritário" no Terceiro Mundo. Houve intervenções militares no Brasil e na Bolívia em 1964, na Argentina em 1966, no Peru em 1968, no Equador em 1972, e no Uruguai em 1973.

Fenômeno idêntico ocorreu em outros continentes. Os militares coreanos subiram ao governo em 1961 e adquiriram poderes ditatoriais em 1973. Houve golpes militares na Indonésia em 1965, na Grécia em 1967 e, nesse mesmo ano, o presidente Marcos impunha a lei marcial nas Filipinas, e Indira Gandhi declarava um "regime de emergência". Em Taiwan e Cingapura houve autoritarismo civil sob um partido dominante.

O grande mérito dos regimes democráticos é preservar os direitos humanos, estigmatizando qualquer iniciativa de violá-los. Mas por lamentáveis que sejam as violências e torturas denunciadas no "Brasil, Nunca Mais", elas empalidecem perto das brutalidades do comunismo cubano, minudenciadas no "Livre noir".

Comparados ao carniceiro profissional do Caribe, os militares brasileiros parecem escoteiros destreinados apartando um conflito de subúrbio... Enquanto Fidel fuzilou entre 15 mil e 17 mil pessoas (sendo 10 mil só na década de 60), o número de mortos e desaparecidos no Brasil, entre 1964 e 1979, a julgar pelos pedidos de indenização, seria em torno de 288, segundo a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, e de 224 casos comprovados, segundo a Comissão de Mortos e Desaparecidos do Ministério da Justiça. O Brasil perde de longe nessa aritmética macabra.

Em 1978, quando em nosso Congresso já se discutia a "Lei da Anistia", havia em Cuba entre 15 mil e 20 mil prisioneiros políticos, número que declinou para cerca de 12 mil em 1986. No ano passado, 38 anos depois da Revolução de Sierra Maestra, ainda havia, segundo a Anistia Internacional, entre 980 e 2.500 prisioneiros políticos na ilha. Em matéria de prisões e torturas, a tecnologia cubana era altamente sofisticada, havendo "ratoneras", "gavetas" e "tostadoras". Registre-se um traço de inventividade tecnológica - a tortura "merdácea", pela imersão de prisioneiros na merda.

Não houve prisões brasileiras comparáveis a La Cabaña (onde ainda em 1982 houve 100 fuzilamentos), Boniato, Kilo 5,5 ou Pinar Del Rio. Com estranha incongruência, artistas e intelectuais e políticos que denunciam a tortura brasileira visitam Cuba e chegam mesmo a tecer homenagens líricas a Fidel e a seu algoz-adjunto Che Guevara.

Este, como procurador-geral, foi comandante da prisão La Cabaña, onde, nos primeiros meses da revolução, ocorreram 120 fuzilamentos (dos 550 confessados por Fidel Castro), inclusive as execuções de Jesus Carreras, guerrilheiro contra a ditadura batista, e de Sori Marin, ex-ministro da agricultura de Fidel. Note-se que Che foi o inventor dos "campos de trabalho coletivos", na península de Guanaha, versão cubana dos "gulags soviéticos" e dos "campos de reeducação" do Vietnã.

A repressão comunista tem características particularmente selvagens. A responsabilidade é "coletiva", atingindo não apenas as pessoas, mas as famílias. É habitual o recurso a trabalhos forçados, em campos de concentração. Não há separação carcerária, ou mesmo judicial, entre criminosos comuns e políticos. Em Cuba, criou-se um instituto original, o da "periculosidade pré-delitual", podendo a pessoa ser presa por mera suspeita das autoridades, independentemente de fatos ou ações.

Causa-me infinda perplexidade, na mídia internacional e em nosso discurso político local, a "angelização" de Fidel e Guevara e a "satanização" de Pinochet. Isso só pode resultar de ignorância factual ou de safadeza ideológica.

Pinochet foi ditador por 17 anos; Fidel está no poder há 39 anos. Pinochet promoveu a abertura econômica e iniciou a redemocratização do país, retirando-se após derrotado em plebiscito e em eleições democráticas como senador vitalício (solução que, se imitada em Cuba, facilitaria o fim do embargo).

Fidel considera uma obscenidade a alternância no poder, preferindo submeter a nação cubana à miséria e à fome, para se manter ditador. Pinochet deixou a economia chilena numa trajetória de crescimento sustentado de 6,5% ao ano. Antes de Fidel, a economia cubana era a terceira em renda por habitante entre os latino-americanos e hoje caiu ao nível do Haiti e da Bolívia.

O Chile exporta capitais, enquanto Fidel foi um pensionista da União Soviética e, agora, para arranjar divisas, conta com remessas de exilados e receitas de turismo e prostituição. Em termos de violência, o número de mortos e desaparecidos no Chile foi estimado em 3.000, enquanto Fidel fuzilou 17 mil!

Apesar de fronteiras terrestres porosas, o Chile, com população comparável à de Cuba e sem os tubarões do Caribe, sofreu um êxodo de apenas 30 mil chilenos, hoje em grande parte retornados. Sob Fidel, 20% da população da ilha, ou seja, algo que nas dimensões brasileiras seria comparável à Grande São Paulo, teve de fugir.

Em suma, Pinochet submeteu-se à democracia e tem bom senso em economia. Fidel é um PhD em tirania e um analfabeto em economia. O "Livre noir" nos dá uma idéia da bestialidade de que escapamos se triunfassem os radicais de esquerda. Lembremo-nos que, em 1963, Luiz Carlos Prestes declarava desinibidamente que "nós os comunistas já estamos no governo, mas não ainda no poder".

Parece-me ingenuidade histórica imaginar que, na ausência da revolução de 1964, o Brasil manteria apenas com alguns tropeços sua normalidade democrática. A verdade é que Jango Goulart não planejara minimamente sua sucessão, gerando suspeitas de continuísmo. E estava exposto a ventos de radicalização de duas origens: a radicalização sindical, que levaria à hiperinflação, e a radicalização ideológica, pregada por Brizola e Arraes, que podia resultar em guerra civil.

É sumamente melancólico - porém não irrealista - admitir-se que, no albor dos anos 60, este grande país não tinha senão duas miseráveis opções: "anos de chumbo" ou "rios de sangue"...

Roberto Campos foi economista, diplomata, senador pelo PDS-MT e ministro do Planejamento (governo Castello Branco). É autor de "A Lanterna na Popa" (Ed. Topbooks, 1994). Este e outros artigos podem ser encontrados no livro de Roberto Campos, Na Virada do Milênio, ed. Topbooks, 1998.


Ibope: Bolsonaro cresce, diminui rejeição, torna voto mais homogêneo e se fortalece para o 2º turno.


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O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) tem razões para comemorar o último levantamento do Ibope, divulgado na terça-feira (11), a despeito de seus aliados questionarem as pesquisas de intenção de voto de grandes institutos.

Em diferentes recortes, o Ibope traz uma série de boas notícias para o candidato do PSL, que o consolidam na liderança e o fortalecem na disputa da vaga no segundo turno. O campo da pesquisa, é verdade, foi feito na esteira do atentado contra a vida do candidato, na quinta-feira passada (6), o que pode ter captado mais fortemente uma empatia ou comoção do eleitor em relação ao episódio (o Ibope foi feito entre sábado, 8, e segunda-feira, 10, enquanto o Datafolha, apenas na segunda-feira, 10). Ainda assim, mergulhando na pesquisa, há indicativos de que sua vantagem em relação aos concorrentes não é apenas conjuntural.

Em relação ao levantamento do Ibope do começo do mês, Bolsonaro cresceu quatro pontos percentuais, chegando a 26% das intenções de voto. Também aumentou sua votação na pesquisa espontânea (quando não é apresentado o nome do candidato): passou de 17% para 23%. Esse porcentual é importante porque mostra o quão consolidado o nome do candidato está na cabeça do eleitor (32% dos homens falam que votarão nele sem serem questionados). Além disso, 54% dos seus eleitores dizem que não pretendem mudar o voto, uma taxa de convicção mais alta que a de todos os candidatos (na pesquisa anterior era de 41%).

A rejeição também caiu, embora seja especialmente grande entre as mulheres (50% delas dizem que não votam nele). Ele tinha 44% de rejeição, agora tem 41%. A queda na rejeição foi expressiva entre os mais ricos: passou de 46% entre os que ganham mais de cinco salários mínimos para 39%.

O percentual, no entanto, continua a ser um grande problema para o candidato do PSL no segundo turno, quando o eleitor tende a votar em quem rejeita menos (e pode também alimentar um movimento de voto útil no primeiro turno). Apesar disso, nas simulações de segundo turno do Ibope, Bolsonaro melhorou o desempenho, chegando a empatar em 3 dos 4 cenários – na pesquisa anterior ele perdia em 3 e empatava em 1, contra o candidato do PT, Fernando Haddad. Agora, ele aparece tecnicamente empatado, mas numericamente à frente de Haddad com 40% das intenções de voto contra 36% do petista.

Bolsonaro cresceu também entre grupos que tinham mais resistência a ele, como o de eleitores acima de 55 anos. Passou de 18% das intenções de voto para 26%, um crescimento de 8 pontos percentuais – ele também cresceu entre todas as faixas etárias de 25 a 54 anos.

Ele foi o candidato que mais ampliou sua intenção de voto pelas diferentes regiões do país, chegando a 37% das intenções de voto no Sul – um crescimento de 14 pontos percentuais. Nessa região, que tradicionalmente votava com o PSDB, Geraldo Alckmin ainda encontra como empecilho o candidato do Podemos, Alvaro Dias, que cria um teto de crescimento para o tucano (os dois têm 8% das intenções de voto). Bolsonaro também teve aumento de 5 pontos percentuais nas regiões Sudeste e Centro-Oeste/Norte, onde tem respectivamente 29% e 31% das intenções de voto.

De certa maneira, a intenção de voto de Bolsonaro reprisa o desempenho dos tucanos na eleição de 2014, que foram vitoriosos nas regiões Sul e Centro-Oeste, em São Paulo, Espírito Santo e parte da região Norte (o Nordeste votou com o PT). A região Nordeste foi a única em que ele apresentou queda na intenção de voto: passou de 15% para 12%.

Parafraseando um jargão do mundo político, pesquisa é uma fotografia de momento. Mas, agora, quem está bem na foto é candidato do PSL. Na sexta-feira, haverá novamente pesquisa Datafolha.

Fonte: G1.com

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Marco Aurélio vota pela rejeição da denúncia contra Bolsonaro por racismo; Moraes pede vista e adia decisão.


Resultado de imagem para Bolsonaro no Jornal Nacional
Réu por apologia ao crime de estupro, candidato a presidente foi denunciado por suposta ofensa a negros e quilombolas. Deputado diz que Ministério Público quer criminalizá-lo por opiniões.

O ministro Marco Aurélio Mello votou nesta terça-feira (28) pela rejeição da denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) pelo crime de racismo.
Marco Aurélio é o relator da denúncia. Quando placar estava 2 a 2, o ministro Alexandre de Moraes pediu vista (mais tempo para analisar o caso) e, com isso, a decisão do STF foi adiada.

Réu por apologia ao crime de estupro e por injúria, Bolsonaro é candidato a presidente da República e, embora o STF já tenha decidido que réus não podem ocupar a linha sucessória da Presidência, atualmente não há impedimento legal para concorrerem nas eleições.
O candidato é réu no caso em que disse que não estuprava a deputada Maria do Rosário (PT-RS) porque ela "não merece" e não faz o "tipo" dele.


G1.com