sábado, 5 de janeiro de 2019

Na primeira visita ao interior, Gladson Cameli garante construção de nova ponte em Sena Madureira.



Sena Madureira foi a primeira cidade do interior do estado a receber o novo governador do Acre, Gladson Cameli. Comprometido com o futuro do município, ele garantiu empenho para levar investimentos que melhorem a vida da população.

“Essa primeira visita em Sena Madureira tem um significado muito especial. Nas eleições, a maior votação proporcional que tivemos no estado veio daqui. Isso significa que a população confiou em mim para fazer a verdade mudança. Agora, é hora de arregaçar as mangas e trabalhar. Nosso governo já deu certo”, pontuou o governador.

Gladson Cameli levou euforia para o bom público que o acompanhava na solenidade, ao anunciar a construção da tão sonhada segunda ponte sobre o rio Iaco. A obra é uma cobrança antiga dos moradores. Atualmente, apenas uma ponte faz a ligação entre os dois distritos da cidade.

“Sena Madureira cresceu demais. Precisa ter uma nova ponte para facilitar o acesso do primeiro e o segundo distritos. Tenham certeza, vou fazer um esforço pessoal para que essa obra saia do papel. E digo mais, essa ponte vai se chamar Orleir Cameli”, declarou, sob fortes aplausos.

O motivo da homenagem para o tio, segundo Gladson, é um reconhecimento a atenção dada por Orleir Cameli durante o período que governou o estado (1995-1998) ao município. Em 1997, Sena enfrentou uma das maiores enchentes da história. O esforço, na época, de Orleir foi fundamental para a reconstrução da cidade. Principalmente, a pavimentação de ruas.

Além do anúncio da construção da nova ponte, o governador fez a entrega de máquinas pesadas para a prefeitura de Sena Madureira. Entre retroescavadeiras, tratores, motoniveladoras, pás carregadeiras e minicarregadeiras, são 12 novos equipamentos. Investimento superior a R$ 1,1 milhão.


A aquisição do maquinário só foi possível graças ao esforço e empenho de Gladson Cameli, por meio de emendas parlamentares, quando ainda era senador da República e, também, do deputado federal Flaviano Melo(MDB).

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (MDB), destacou que nos últimos dois anos, Gladson Cameli destinou mais de R$ 6,3 milhões em verbas federais, somente para o munícipio. Serafim lembrou ainda da implantação da usina de asfalto, recurso também garantido por Cameli. Importantes investimentos que melhoraram a infraestrutura da cidade.

“Agora, Sena Madureira conta com um governador parceiro. Nossa cidade melhorou muito nos últimos anos e o Gladson tem uma grande parcela de contribuição em tudo isso. Somente com a usina de asfalto, já conseguimos pavimentar mais de seis quilômetros de ruas. Com essa união, quem ganha é a população do nosso município”, afirmou.

Visita ao Hospital João Câncio Fernandes
Durante a visita, Gladson Cameli conheceu as instalações do Hospital João Câncio Fernandes. O governador ouviu atentamente as reivindicações de usuários e dos profissionais da saúde.
Cameli prometeu empenho para resolver as demandas apresentadas e, também, apontou soluções.

“Além de fortalecer nossa rede pública, vamos dar condições de trabalho e comprar equipamentos para os hospitais. Isso vai desafogar toda a demanda que hoje temos concentrada em Rio Branco”, pontuou.

O novo governador lembrou do esforço da equipe de transição que elaborou a reforma administrativa que já está em vigor. Por ano, a economia será de R$ 90 milhões.
“É com esse recurso que vamos investir nas áreas que mais precisam. Como é o caso da saúde. Acabou o tempo em que o cidadão ia ao hospital e não tinha médico ou remédio. Também não vamos esquecer de reconhecer os nossos dedicados profissionais. São eles que atendem e cuidam da população que mais precisa”, afirmou.

Sena Madureira na história
Fundado em 25 de setembro de 1904, a cidade é uma das mais antigas do estado. Até 1920, período em que o Acre era território federal, foi a capital do Departamento do Alto Purus.
Atualmente, o município possui pouco mais de 45 mil habitantes. Sena Madureira é o maior município acreano em extensão territorial e o terceiro maior em população.

Fonte: Secom-Wesley Moraes. Fotos: Odair Leal

Polícias fazem revistas nos três maiores presídios do Acre e fecham cerco contra o crime organizado .



Os três maiores presídios do Acre foram alvos de uma megaoperação das polícias contra o crime organizado, nas primeiras horas desta sexta-feira, 4. Revistas nas celas apreenderam farta quantidade de celulares, estoques, bebidas alcoólicas e entorpecentes nas penitenciárias Francisco de Oliveira Conde, em Rio Branco, no complexo penitenciário Manoel Nery, de Cruzeiro do Sul, e no complexo prisional do Quinari, em Senador Guiomard.

As ações são parte de um planejamento coordenado pela nova gestão da Secretaria de Estado de Segurança Pública, cujo objetivo maior é prevenir, desarticular e combater o crime organizado, dentro e fora dos presídios estaduais. 

Segundo o diretor presidente do Instituto de Administração Penitenciária, o Iapen, Lucas Bolzoni, em Rio Branco, a operação concentrou esforços no pavilhão "A", do Francisco de Oliveira Conde, onde estão alojados integrantes de uma organização criminosa com maior grau de perigo dentro da penitenciária. Para se ter ideia do problema, num espaço onde caberiam somente 190 detentos, existem hoje 700 presos.

"Trata-se de uma ação do Sistema Integrado de Segurança Pública com o objetivo de resgatar a sensação de segurança e evitando que presos tenham qualquer tipo de contato com o meio externo, provocando crimes ou tentando até mesmo fugir do sistema penitenciário”, afirmou Bolzoni.

Participaram da revista policiais militares, civis em cumprimento de mandados, homens do Corpo de Bombeiros, do Canil da Polícia Militar, do Batalhão de Operações Especiais, o Bope, e os próprios agentes penitenciários.

Fonte: Lília Camargo/Secom Fotos: Evandro Derze/Secom

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Bovespa fecha em alta no 1º pregão do ano, de olho em novo governo; Eletrobras dispara.


O novo ministro da Economia, Paulo Guedes, durante cerimônia de transmissão de cargo, em Brasília — Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O Ibovespa subiu 3,56%, a 91.012 pontos, renovando recorde de fechamento.

O principal indicador da bolsa brasileira, a B3, fechou em forte alta nesta quarta-feira (2), renovando recorde histórico, com os investidores monitorando os primeiros passos do novo governo. O mercado também digere os dados da economia internacional, mas neste pregão colocou em segundo plano a preocupação com uma desaceleração global.

O Ibovespa subiu 3,56%, a 91.012 pontos, renovando recorde de fechamento. Na máxima do dia, chegou a 91.478 pontos, batendo também o recorde intradia de 3 de dezembro (91.242 pontos) . Veja mais cotações.

O patamar mais alto de pontuação de fechamento também havia sido alcançado 3 de dezembro (89.820 pontos).
Já o dólar fechou em queda de 1,69% nesta quarta, vendido a R$ 3,8087, também repercutindo as as notícias sobre o primeiro dia do governo de Jair Bolsonaro, que tomou posse no dia anterior.

Ao longo desta quarta, ocorre a transmissão de cargos para os novos ministros, entre eles Paulo Guedes, novo ministro da Economia. No discurso de posse, Guedes disse que a Previdência Social, as privatizações e a simplificação de tributos são os "pilares da nova gestão".

"O mercado vai reagir pontualmente sempre que alguém (do novo governo) fizer declarações", disse à Reuters o operador de câmbio da Necton Corretora, José Carlos Amado.
Paulo Nepomuceno, estrategista-chefe da corretora Coinvalores, afirma que o ano começa com um certo otimismo com o novo governo de Jair Bolsonaro, após a posse presidencial. “A transição [entre governos] foi relativamente tranquila e agora, com as rédeas nas mãos, vamos saber o que o novo governo vai priorizar”, afirmou ao Valor Online.

Durante a posse, Bolsonaro disse que o governo fará “reformas estruturantes, que serão essenciais para a saúde financeira e sustentabilidade das contas públicas, transformando o cenário econômico e abrindo novas oportunidades”. Muitos investidores, no entanto, aguardam demonstrações mais concretas de que a equipe terá a habilidade necessária para viabilizar os projetos.

O economista chefe da Spinelli, André Perfeito, disse à Globonews que o que se vê no mercado "é um investidor local ainda muito encantado com a figura de Paulo Guedes e de Bolsonaro", enquanto o investidor estrangeiro ainda tenta entender quais serão as políticas efetivamente adotadas pelo novo governo.

Eletrobras dispara
O bom desempenho da bolsa foi ajudado pelos papéis da Eletrobras. As ações ordinárias da estatal subiram 20,72% e as preferenciais, 13,77%, no primeiro pregão após vender sua distribuidora Ceal (AL). O mercado também repercute a fala do novo ministro de Minas e Energia, o almirante Bento Albuquerque Júnior, que disse nesta quarta que dará prosseguimento ao processo de capitalização da Eletrobras. O processo, iniciado durante o governo do ex-presidente Michel Temer, previa a privatização da estatal por meio da emissão de ações.

Os investidores também reagiram ao noticiário do dia trazendo que a Odebrecht pagará cerca de R$ 161,9 milhões à elétrica após acordo relacionado à operação Lava Jato, e que o presidente da empresa, Wilson Ferreira Jr., foi convidado pelo governo Bolsonaro para continuar no comando da estatal e disse que aceitou a oferta.
A Petrobras teve alta de 6,26% nas ações preferenciais e de 5,35% nas ordinárias. As ações do Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil também tiveram alta entre 4% e 6%, ajudando a puxar o Ibovespa para cima.

Cenário externo
No cenário internacional, os investidores reagem aos novos indicadores da economia chinesa que reforçam os sinais de desaceleração da economia global, destaca a Reuters. "Temores sobre uma desaceleração na China, em meio a tensões comerciais com os EUA, aumentaram nos últimos meses", destacou à agência o analista Jasper Lawler, do London Capital Group.
A atividade industrial da China contraiu pela primeira vez em 19 meses em dezembro, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) do Caixin/Markit, divulgada nesta quarta.

Último pregão
No último pregão de 2018, o Ibovespa subiu 2,84%, aos 87.887 pontos. No ano, acumulou alta de 15%.

Fonte: G1.com

'Menina será princesa e menino, príncipe', diz a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos.

Damares Alves discursa durante a solenidade de sua apresentação como nova ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, e dos secretários da pasta, entre elas a indígena Sandra Terena, de cocar, que ficará responsável pela Secretaria da Igualdade Racial Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
BRASÍLIA - A nova ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, disse nesta quarta-feira, em cerimônia que marcou o início de sua gestão, que no novo governo "menina será princesa e menino, príncipe", num aviso contra o que chamou de “doutrinação ideológica”. Ela também afirmou que sua pasta focará suas políticas públicas na vida “desde sua concepção”, reforçando sua posição contra o aborto.
— Neste governo, menina será princesa e menino será príncipe. Ninguém vai nos impedir de chamar as meninas de princesa e os meninos de príncipe. Vamos acabar com o abuso da doutrinação ideológica — afirmou.
Ela também fez um alerta aos pedófilos e contra o turismo sexual, pontuando que agora se inicia uma nova era: 

— Atenção pedófilos de plantão: a brincadeira acabou, Bolsonaro é presidente. 
Num discurso longo, de cerca de 45 minutos, Damares, que é pastora evangélica, começou dizendo estar ciente de que o Estado é laico, mas lembrou que é “terrivelmente cristã”:

— O estado é laico, mas essa ministra é terrivelmente cristã. Acredito nos desígnios de Deus. Damares apresentou sua equipe, que contará com oito secretarias, quatro delas comandadas por mulheres. Uma das secretárias será a indígena Sandra Terena, da etnia Terena. Ela sentou-se à mesa vestindo cocar, e ficará responsável pela Secretaria da Igualdade Racial. Outra secretária é surda, e ficará responsável pela Secretaria Nacional da Pessoa com Deficiência. 

A nova ministra lembrou que seu núcleo familiar se restringe a ela e sua filha adotiva indígena, e garantiu que toda forma de família será respeitada. Segundo a ministra, todas as políticas do presidente Bolsonaro terão como foco o fortalecimento do núcleo familiar.
— Nós não podemos mais pensar em política pública sem fortalecer o vínculo familiar — afirmou. 

Nesse sentido, ela citou os alunos universitários que passam no Enem, vão estudar em outros estados e ficam deprimidos com saudade de casa. Embora tenha elogiado o exame, não entrou em detalhes sobre uma possível mudança no Ensino Superior:

— Muitos sofrem por tristeza, dor, depressão, por saudade, porque o filho se muda por causa do Enem. Parabéns para o Enem, mas nos não podemos mais pensar em política pública que não fortaleça o vínculo familiar. 

Damares garantiu que os direitos LGBTs serão respeitados, e que o tema ficará na alçada da Secretaria de Proteção Global. A ministra se emocionou duas vezes durante sua fala. Lembrou dos tempos em que foi vítima de violência sexual, e reclamou de ter sido perseguida e ver sua fé transformada em motivo de chacota.

Damares também prometeu investigar todas as denúncias de violência contra a mulher que chegarem ao ministério. Segundo ela, gostaria que sua pasta fosse chamada de "ministério da vida e da alegria".

— E por falar em vida, eu falo em vida desde a concepção. Queria que nosso ministério fosse chamado de ministério da vida e da alegria, mas não pode. Se depender desse ministério, sangue inocente não será mais derramado — avisou. Damares também quase chorou quando falou da filha, que, segundo ela, “por recomendação”, não foi ao evento prestigiar a mãe por ter sido ameaçada de morte. 

— Já dormi na rua para proteger meninos e meninas de rua. Já caminhei com os perseguidos,  já apanhei da polícia. Queriam nos matar, disseram que iam nos matar. Por recomendação, minha filha não pode estar aqui. Te amo Lulu — declarou.

A ministra disse que "é uma ordem" que todos os funcionários do ministério aprendam em seis meses a Língua dos Sinais (Libras). Ela aproveitou para anunciar que nos próximos meses o governo regulamentará a Lei Brasileira de Inclusão, que trata das pessoas com deficiência.

— É um novo tempo para as pessoas com deficiência — afirmou.
Ela também anunciou que a secretária nacional das mulheres será Tia Eron, a deputada que selou o destino do então presidente da Câmara Eduardo Cunha na comissão de ética, em 2016, afirmando que "Não mandam nessa nega aqui". Damares disse que vai lutar "contra os preconceitos", e que as mulheres não serão usadas como "massa de manobra", e que irá perseguir salários igualitários entre homens e mulheres.

— Nossas mulheres terão prioridade e não serão usadas como massa de manobra — disse.
Ao fim de seu discurso, Damares narrou os horrores do infanticídio indígena, citando etnias que enterram vivas crianças que nascem com algum tipo de deficiência. Ela disse que sua pasta irá atrás dos ciganos e índios oferecer ajuda.

— Quando se enterra uma criança viva ela não morre na hora. Ela chora debaixo da terra. É o choro que os ministros anteriores não acreditaram. É o choro que o grande tupã escuta. E o grande tupã ama curumim. Chega de choro de curumim. Eis que surge o ministério da família e da alegria — encerrou, sob fortes aplausos.
Damares recebeu os cumprimentos dos presentes no palco montado no auditório lotado do ministério. Após alguns minutos, ela saiu e um funcionário informou ao microfone que por  “razões de segurança” ela havia se retirado e não voltaria mais.

Fonte: O Globo


domingo, 23 de dezembro de 2018

Jorge Viana presta contas do mandato em seu último discurso no Senado.


Parlamentar, que encerra o mandato em janeiro de 2019, falou sobre sua atuação política e demonstrou preocupação com o futuro

O senador Jorge Viana fez na manhã desta quinta-feira (20), da tribuna do Senado, seu último discurso desse mandato como parlamentar, que encerra em janeiro do próximo ano. Para ele, o trabalho no Senado deu continuidade à sua trajetória na política, iniciada em 1990, quando se candidatou pela primeira vez ao governo do Acre.
“Desde a primeira vez que me candidatei ao cargo de Governador em 1990, apresentei um plano de trabalho. Não fui eleito naquela ocasião, mas ajudei a mudar a política no Acre”, relembrou. “Quando fui Prefeito de Rio Branco em 1992, coloquei esse plano na prática. Recebemos uma cidade suja, desmantelada; entregamos uma cidade moderna e bonita, com identidade amazônica, restaurada, com a criação de parques e áreas verdes”.
Jorge Viana prosseguiu seu discurso resgatando também sua atuação política quando esteve à frente do governo do Acre por dois mandatos consecutivos. “No início do meu mandato como Governador, o Vale do Purus estava de costas para o Vale do Juruá. Quatro anos depois, tínhamos um Acre integrado economicamente, socialmente e culturalmente. Sonhos antigos e sempre adiados, como ter uma faculdade pública de Medicina, o Hospital do Juruá do idoso e da criança e a implantação de UTIs, foram finalmente realizados, vale ressaltar, com a imprescindível ajuda do então Senador e médico Tião Viana”.
A gestão, segundo Jorge Viana, atendeu a todos os municípios, independentemente de partido político. “Todos, absolutamente todos os municípios foram apoiados, sem deixar que eventuais divergências políticas prejudicassem a população – tudo isso mantendo a economia em pleno vapor”, destacou.
A experiência no Executivo, segundo Jorge Viana, foi o que definiu seu mandato como senador. “Atuei em várias frentes de trabalho e tenho certeza de que consegui dar uma boa contribuição em todas elas”. Assim como fez no governo, em todos os anos de mandato como senador, Jorge Viana destinou recursos de emendas individuais para atender aos 22 municípios do Acre em projetos de obras e serviços para órgãos públicos ou de investimento direto nas comunidades. Na parte legislativa, procurou dar atenção especial aos direitos dos consumidores acreanos.
“Dei atenção ao transporte aéreo tanto na busca de diminuir os preços das passagens quanto de aumentar a frequência de voos. Reivindiquei a baixa dos preços dos combustíveis, que considero absurdos em nossa região. Defendi melhorias no serviço de telefonia e internet. Mantive a constante vigilância sobre o juro dos cartões de crédito, desde o fortalecimento da Defesa Civil para o atendimento nas grandes enchentes e secas até o apoio ao livre comércio na fronteira”.
Jorge Viana esteve à frente de importantes debates do cenário nacional brasileiro. Foi relator e articulador da aprovação do novo Código Florestal, que, segundo ele, pacificou as relações no campo, dando segurança aos produtores e proteção ao meio ambiente. Foi relator da Lei do Acesso à Biodiversidade e da nova Lei da Ciência, Tecnologia e Inovação, “com as quais o Brasil pode ter um grande ciclo de desenvolvimento”.
O senador acreano também trabalhou na atualização do Código Penal, para que o Brasil pudesse ter novos instrumentos legais no combate à violência. E foi autor de propostas de emenda à Constituição que ganharam repercussão nacional, como a que torna o crime de estupro imprescritível (aprovada no Senado e aguardando votação na Câmara dos Deputados) e a que propõe a redução no número de parlamentares do Congresso Nacional (que ganhou o apoio de quase 2 milhões de brasileiros no Portal E-cidadania, do Senado Federal).
Preocupação com o futuro
O senador afirmou ainda estar preocupado com o futuro do país. “Me preocupa, por exemplo, a condução de políticas públicas fundamentais, como a sustentabilidade na Amazônia e o debate sobre as mudanças climáticas como um todo. Assim como a defesa dos povos indígenas e toda a pauta relativa aos direitos humanos”.

E, no encerramento de sua fala, transmitiu palavras de incentivo. “Mantenham uma esperança ativa, vigilante e participativa. Nossa história é de heroísmo, baseada na solidariedade e no amor à nossa terra. E somos nós mesmos que a escrevemos, em cada momento decisivo, quando defendemos as conquistas de nossos antepassados. Como diz o Hino Acriano, ‘sem recuar, sem cair, sem temer’. Meu desejo sincero é que as boas causas que defendi continuem a ser defendidas pelas instituições do Estado, pelas organizações civis, pelas empresas e, principalmente, pelos cidadãos e cidadãs do Acre.”

Fone: Assessoria

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Fundador da Ecotrópica, Adalberto Eberhard será o novo presidente do ICMBio.


 
O novo presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) será o veterinário Adalberto Eberhard, conhecido pelo seu trabalho na conservação do Pantanal Matogrossense. Esta notícia derruba o boato anterior, de que o ICMBio seria fundido com o Ibama. O novo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, apresentou o nome do veterinário em reunião nesta quarta-feira (19) ao presidente eleito, Jair Bolsonaro. Ainda não se sabe o nome de quem presidirá o Ibama.

No Ministério do Meio Ambiente, já se sabe que a Secretaria de Biodiversidade será comandada pelo ambientalista José Truda Palazzo Junior, que atualmente era coordenador de Desenvolvimento Institucional do Projeto Baleia Jubarte. Truda foi fundador do Projeto Baleia Franca e é colunista de ((o))eco. Sua última coluna, publicada em março, versava sobre a criação de Unidades de Conservação marinhas nos arquipélagos de Pedro e São Paulo e de Trindade e Martim Vaz, criadas pelo governo Temer.

Um conservacionista no ICMBio

Adalberto foi fundador e presidente da ONG Ecotrópica, responsável por gerir 54 mil hectares de três reservas particulares – as do Acurizal, do Dorochê e da Penha, – no Pantanal Matogrossense, quase na fronteira com a Bolívia, na Serra do Amolar.

Também ocupou o cargo de diretor do Departamento de Zoneamento Territorial do Ministério do Meio Ambiente durante o governo Dilma Rousseff, mas foi exonerado após o impeachment. Em 2007, o fundador de ((o))eco, Marcos Sá Corrêa, escreveu um perfil sobre o ambientalista.

A primeira notícia sobre a indicação de Eberhard saiu na revista Crusoe. A reportagem de ((o))eco citou a matéria para uma fonte no ministério do Meio Ambiente, perguntando se a notícia já estava circulando por Brasília. O servidor do segundo escalão foi pego de surpresa e disse que parecia para ele impossível: a escolha de Adalberto Eberhard era boa demais para "esse governo".   


Fonte: O Eco

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Indígena filho do Município de Jordão-AC conclui faculdade de Medicina em São Paulo.


 
Em 2012, começava a jornada do jovem indígena Ornaldo Baltazar Sena Ibã, da Etnia Hunikuin, nascido na Aldeia Novo Segredo, em Jordão (AC) em busca de realizar um sonho: cursar medicina.
Aos 22 anos, ele foi aprovado para cursar Medicina na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), no interior de São Paulo, e agora ele deve regressar à terrinha graduado em Medicina.

Ornaldo Baltazar Sena se formou sem a Lei de Cotas para o Ensino Superior. Pelas redes sociais, ele comemorou a realização do sonho e disse que pretende atuar especificamente na área de saúde indígena no Acre.

“Oficialmente formado, gente! Sem texto grande, só o sentimento de gratidão a esta universidade maravilhosa que me acolheu e me ensinou muitas coisas sobre diversidades! E obrigado todas as pessoas envolvidas na minha formação!”

Em 2012,o jovem indígena concedeu entrevista ao Jornalista Altino Machado, na qual detalhou os desafios a serem vencidos para sua permanência na UFSCar. Graças a notoriedade do jornalista, o acadêmico obteve inúmeras ajudas, desde passagens aréas até ajudas de custo.


Moro: "Eu não assumiria um papel de ministro da Justiça com risco de comprometer a minha biografia".


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A apresentadora do Fantástico, Poliana Abritta, foi a Curitiba para uma entrevista com o juiz Sérgio Moro, que está de mudança pra Brasília a partir de janeiro. Ele assume o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Sob elogios e críticas, o juiz Sérgio Moro aceitou o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro.

Poliana Abritta: O que foi decisivo, juiz, pra esse sim?

Sérgio Moro: O grande motivador dessa aceitação do convite foi a oportunidade de ir a Brasília numa posição de poder elevada de ministro da Justiça e poder implementar com essa posição uma agenda anticorrupção e uma agenda anticrime organizado que não se encontram ao alcance de um juiz de Curitiba, mas podem estar no alcance de um ministro em Brasília.

Poliana Abritta: O senhor conversou com familiares ou fez uma reflexão sozinho?

Sérgio Moro: Conversei com amigos, com pessoas experientes, conversei também com a minha família. Na verdade, dos amigos, os conselhos foram diferenciados. Alguns me recomendaram que não, outros me recomendaram que sim.

Poliana Abritta: Teve algum momento que o senhor pensou em dizer não?

Sérgio Moro: Sim, isso foi tudo muito novo. Uma semana antes do segundo turno, dia 23 de outubro, eu fui procurado pelo futuro ministro da Economia, o senhor Paulo Guedes, com uma sondagem. Confesso que eu vi essa sondagem e fiquei tentado. Aguardei o encerramento das eleições. E tudo foi decidido, na verdade, no dia 1º de novembro.
Nesse dia, o juiz foi visitar o presidente eleito Jair Bolsonaro na casa dele, no Rio de Janeiro. Saiu de lá como futuro ministro.
Sérgio Moro: O que eu percebia nas pessoas comuns era um certo entusiasmo, um desejo de que eu aceitasse esse convite. As pessoas me procuram, me cumprimentam. Pra mim, é um sinal de que há uma grande expectativa. E espero corresponder a essa expectativa.

Poliana Abritta: O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Ayres Britto disse que essa mudança rápida do senhor da Justiça pro Executivo, "comprometeria a separação e independência dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário". O que senhor tem a dizer sobre isso?

Sérgio Moro: Tenho grande respeito pelo ex-ministro Ayres Britto. Eu acho que a avaliação dele, nesse caso, está equivocada. Existe essa fantasia de que o ex-presidente Lula, que foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, teria sido excluído arbitrariamente das eleições por conta do processo criminal. Mas o fato que ele tá condenado e preso porque ele cometeu um crime.

Poliana Abritta: A defesa do ex-presidente Lula entrou com um novo pedido de habeas corpus pela liberdade dele e pela anulação da ação penal do caso do tríplex. E o principal argumento é de que houve "irremediável perda da imparcialidade". O senhor, em algum momento, temeu colocar em risco todo o trabalho feito até agora ao aceitar o convite pro ministério?

Sérgio Moro: Não. Veja, essa questão pertence hoje às cortes de Justiça, não mais a mim. Mas eu proferi a decisão em relação ao ex-presidente Lula em meados de 2017. Então, assim, eu nem conhecia o presidente eleito Jair Bolsonaro. Eu sopesei essas questões, também levei em conta. Mas, pelo que eu vejo nas pessoas comuns, que eu encontro por aí, ninguém tem essa sombra de desconfiança.
Na sexta-feira, depois desta entrevista, o Conselho Nacional de Justiça solicitou que Sérgio Moro preste informações por "suposta atividade político-partidária" ao aceitar o convite para ser ministro. O juiz terá 15 dias para se manifestar.
Sérgio Moro: Eu estou indo pra consolidar os avanços da Operação Lava-Jato em Brasília.

Leia a entrevista na integra no G1.com



domingo, 11 de novembro de 2018

Segundo dia do Enem tem 29% de faltas e alívio com 30 minutos extras; veja memes, avaliação e o que caiu.


Caderno de provas azul do segundo dia de Enem 2018 — Foto: G1/G1
O segundo dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 deste domingo (11) teve uma novidade: o tempo extra para fazer a prova de matemática e ciências da natureza (com física, química e biologia).
Houve também questões com o popular game Minecraft, mutações genéticas, peixes elétricos da Amazônia, carros 'flex' e até a Lei Nacional sobre Drogas.

1. Meia hora a mais
Em 2018, o segundo dia de provas teve 5 horas de duração, em vez das 4h30 de sempre. A mudança aconteceu após o Ministério da Educação (MEC) mudar a divisão das disciplinas, concentrando as provas de humanas em um dia e, no outro, as de exatas. Em 2017, os candidatos reclamaram do tempo insuficiente. Neste ano os 30 minutos extras ajudaram os candidatos, principalmente na prova de matemática, segundo os professores.

2. Minecraft, peixes e carros elétricos... o que caiu na prova

O popular game Minecraft caiu no Enem 2018 em uma questão de matemática em que os candidatos teriam que calcular um cubo. Teve também conceitos sobre mutações genéticas, peixes e carros elétricos, e até a Lei Nacional sobre Drogas – quando os alunos teriam que calcular o tempo médio de pena para um crime. Confira tudo o que caiu no segundo dia de provas do Enem.

 

3. Memes do Enem

Avatares de alunos no MinecraftEdu, versão do jogo de cubos voltado à educação — Foto: Reprodução/ Minecraft
A questão sobre Minecraft da prova de matemática do Enem 2018 foi o principal destaque da hashtag #AprendinoEnem, no Twitter.
Nas zoeiras com os memes, apareceram também muitas brincadeiras com as provas de matemática, física, química e biologia e o 'Enem de exatas' superou a piada com atrasos.

Leia mais no G1.com



terça-feira, 30 de outubro de 2018

NOTA DE ESCLARECIMENTO SESACRE


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A Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) vem a público esclarecer que não procede a informação de que haverá cortes dos plantões extras da saúde com efeito na folha de outubro. Eles serão pagos normalmente, após o pagamento da folha. A decisão se dá em face de incongruências entre as informações das unidades e o processado.

Ciente da importância da categoria e do seu empenho em garantir o melhor atendimento à população, sendo um dos serviços indispensáveis aos acreanos, a Sesacre refirma seu compromisso com a saúde, sendo esta uma das prioridades do governo atual.

Rui Arruda
Secretário de Estado de Saúde

Fonte: Assessoria


Bolsonaro diz que convidará Sérgio Moro para ministro da Justiça ou o indicará para o STF.


Resultado de imagem para bolsonaro no JN

Presidente eleito afirmou ao JN que Constituição será 'bíblia', que é 'totalmente favorável' à liberdade de imprensa e que fala na qual se referiu a 'marginais vermelhos' foi 'desabafo'.

presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou na noite desta segunda-feira (29), em entrevista ao vivo ao Jornal Nacional, que convidará o juiz federal Sérgio Moro para ser o futuro ministro da Justiça ou então o indicará para uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal.

"Pretendo convidá-lo para o Ministério da Justiça ou – seria no futuro – abrindo uma vaga no Supremo Tribunal Federal, na qual melhor ele achasse que poderia trabalhar para o Brasil", afirmou Bolsonaro.

Na entrevista, além da questão sobre Sérgio Moro, o presidente eleito respondeu a perguntas sobre outros cinco temas: classificou a Constituição como uma "bíblia";
Afirmou que a acusação de homofobia é um "rótulo";
Se declarou "totalmente favorável" à liberdade de imprensa;
Disse que a fala sobre "marginais vermelhos" foi um "desabafo";
e pediu "uma oportunidade" aos eleitores que não votaram nele.