sábado, 22 de setembro de 2018

“Desejo continuar com a minha profissão, mas temo pela minha vida”, diz professor agredido em sala de aula no RJ.




Na porta da sala onde aconteceram as humilhações, há uma inscrição 'Turma do terror'. Segundo ele, agressões são constantes, mas sempre acreditou que ia 'resolver com o diálogo'.

Uma rotina de agressões. É assim que o professor de língua portuguesa Thiago dos Santos Conceição, de 31 anos, define a rotina no Ciep Mestre Marçal, em Rio das Ostras, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Imagens gravadas por um dos estudantes na última terça-feira (18) mostram diversas agressões promovidas pelos alunos quando ele tentava aplicar uma avaliação para uma turma do 9º ano. Agora, ele teme voltar às salas de aula.

“Eu desejo continuar com a minha profissão, mas temo pela minha vida”, destacou Thiago, que chora ao lembrar do episódio.

Depois do episódio, ele pediu afastamento porque não tinha condições de voltar a dar aula para os jovens. Thiago tem a consciência de que não é um caso isolado e que outros professores no Rio de Janeiro e em outros estados passam por situações semelhantes a dele.

“Eram constantes as agressões, mas a gente sempre acha que vai resolver com diálogo”, destacou o professor, que leciona há dez anos.
Thiago começou a trabalhar no Ciep em fevereiro, no começo do ano letivo. Desde o início, a rotina era de agressões verbais e de insultos. O professor chegou a procurar a direção da instituição e revelou o problema, mas, segundo ele, nenhuma providência foi tomada.

Apesar da violência, Thiago diz que sempre insistiu em usar o conhecimento para transformar a realidade em que vivem os alunos.
“Todas as minhas aulas eu falo sobre a importância do diálogo, sobre a importância da educação”, revelou Thiago, emocionado.


terça-feira, 18 de setembro de 2018

Oficina sobre “enxertia” ocorre em propriedade de agricultora, nesta terça-feira.


Atividade integra o projeto de extensão Educação para Transformação

Itajaí – Nesta terça-feira, dia 18 de setembro, das 13h30 às 18h, será realizada uma oficina sobre a técnica de "enxertia" – união dos tecidos de duas plantas – do projeto de extensão Educação para Transformação: Meio Ambiente, Saúde e Gênero, da Universidade do Vale do Itajaí (Univali). A atividade terá como palestrante Luana Maro, engenheira agrônoma da Epagri e pesquisadora em Fruticultura Tropical, e ocorrerá, conforme prática periódica do projeto, na propriedade de uma mulher agricultora localizada no bairro Espinheiros, em Itajaí.

Todos os meses são feitas oficinas dirigidas às mulheres participantes do projeto, sob coordenação da professora Márcia G. Marian Vieira. Os encontros objetivam a troca de saberes e o fortalecimento dos conhecimentos sobre os assuntos ligados à agroecologia, o meio ambiente e a saúde, para serem aplicados nas hortas agroecológicas. Essas oficinas proporcionam aprendizados teóricos e práticos aos envolvidos.
Neste encontro, na casa da dona Maria de Lourdes, as mulheres poderão aumentar a produtividade das hortas orgânicas, a partir da técnica da enxertia. A propriedade da agricultora está localizada na Rodovia Jorge Lacerda, número 1964, no bairro Espinheiros, em Itajaí.


Mais informações: (47) 3341-7712 | (48) 99619-0214, com a professora Márcia Gilmara Marian Vieira.


sexta-feira, 14 de setembro de 2018

O Livro Negro do Socialismo/Comunismo

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A vasta maioria dos países comunistas é culpada dos três crimes definidos no artigo 6º do Estatuto de Nuremberg: crimes contra a paz, crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

A discussão brasileira sobre os nossos "anos de chumbo" raramente situa as coisas no contexto internacional da Guerra Fria, a qual alcançou seu apogeu nos anos 60 e 70, provocando um "refluxo autoritário" no Terceiro Mundo. Houve intervenções militares no Brasil e na Bolívia em 1964, na Argentina em 1966, no Peru em 1968, no Equador em 1972, e no Uruguai em 1973.

Fenômeno idêntico ocorreu em outros continentes. Os militares coreanos subiram ao governo em 1961 e adquiriram poderes ditatoriais em 1973. Houve golpes militares na Indonésia em 1965, na Grécia em 1967 e, nesse mesmo ano, o presidente Marcos impunha a lei marcial nas Filipinas, e Indira Gandhi declarava um "regime de emergência". Em Taiwan e Cingapura houve autoritarismo civil sob um partido dominante.

O grande mérito dos regimes democráticos é preservar os direitos humanos, estigmatizando qualquer iniciativa de violá-los. Mas por lamentáveis que sejam as violências e torturas denunciadas no "Brasil, Nunca Mais", elas empalidecem perto das brutalidades do comunismo cubano, minudenciadas no "Livre noir".

Comparados ao carniceiro profissional do Caribe, os militares brasileiros parecem escoteiros destreinados apartando um conflito de subúrbio... Enquanto Fidel fuzilou entre 15 mil e 17 mil pessoas (sendo 10 mil só na década de 60), o número de mortos e desaparecidos no Brasil, entre 1964 e 1979, a julgar pelos pedidos de indenização, seria em torno de 288, segundo a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, e de 224 casos comprovados, segundo a Comissão de Mortos e Desaparecidos do Ministério da Justiça. O Brasil perde de longe nessa aritmética macabra.

Em 1978, quando em nosso Congresso já se discutia a "Lei da Anistia", havia em Cuba entre 15 mil e 20 mil prisioneiros políticos, número que declinou para cerca de 12 mil em 1986. No ano passado, 38 anos depois da Revolução de Sierra Maestra, ainda havia, segundo a Anistia Internacional, entre 980 e 2.500 prisioneiros políticos na ilha. Em matéria de prisões e torturas, a tecnologia cubana era altamente sofisticada, havendo "ratoneras", "gavetas" e "tostadoras". Registre-se um traço de inventividade tecnológica - a tortura "merdácea", pela imersão de prisioneiros na merda.

Não houve prisões brasileiras comparáveis a La Cabaña (onde ainda em 1982 houve 100 fuzilamentos), Boniato, Kilo 5,5 ou Pinar Del Rio. Com estranha incongruência, artistas e intelectuais e políticos que denunciam a tortura brasileira visitam Cuba e chegam mesmo a tecer homenagens líricas a Fidel e a seu algoz-adjunto Che Guevara.

Este, como procurador-geral, foi comandante da prisão La Cabaña, onde, nos primeiros meses da revolução, ocorreram 120 fuzilamentos (dos 550 confessados por Fidel Castro), inclusive as execuções de Jesus Carreras, guerrilheiro contra a ditadura batista, e de Sori Marin, ex-ministro da agricultura de Fidel. Note-se que Che foi o inventor dos "campos de trabalho coletivos", na península de Guanaha, versão cubana dos "gulags soviéticos" e dos "campos de reeducação" do Vietnã.

A repressão comunista tem características particularmente selvagens. A responsabilidade é "coletiva", atingindo não apenas as pessoas, mas as famílias. É habitual o recurso a trabalhos forçados, em campos de concentração. Não há separação carcerária, ou mesmo judicial, entre criminosos comuns e políticos. Em Cuba, criou-se um instituto original, o da "periculosidade pré-delitual", podendo a pessoa ser presa por mera suspeita das autoridades, independentemente de fatos ou ações.

Causa-me infinda perplexidade, na mídia internacional e em nosso discurso político local, a "angelização" de Fidel e Guevara e a "satanização" de Pinochet. Isso só pode resultar de ignorância factual ou de safadeza ideológica.

Pinochet foi ditador por 17 anos; Fidel está no poder há 39 anos. Pinochet promoveu a abertura econômica e iniciou a redemocratização do país, retirando-se após derrotado em plebiscito e em eleições democráticas como senador vitalício (solução que, se imitada em Cuba, facilitaria o fim do embargo).

Fidel considera uma obscenidade a alternância no poder, preferindo submeter a nação cubana à miséria e à fome, para se manter ditador. Pinochet deixou a economia chilena numa trajetória de crescimento sustentado de 6,5% ao ano. Antes de Fidel, a economia cubana era a terceira em renda por habitante entre os latino-americanos e hoje caiu ao nível do Haiti e da Bolívia.

O Chile exporta capitais, enquanto Fidel foi um pensionista da União Soviética e, agora, para arranjar divisas, conta com remessas de exilados e receitas de turismo e prostituição. Em termos de violência, o número de mortos e desaparecidos no Chile foi estimado em 3.000, enquanto Fidel fuzilou 17 mil!

Apesar de fronteiras terrestres porosas, o Chile, com população comparável à de Cuba e sem os tubarões do Caribe, sofreu um êxodo de apenas 30 mil chilenos, hoje em grande parte retornados. Sob Fidel, 20% da população da ilha, ou seja, algo que nas dimensões brasileiras seria comparável à Grande São Paulo, teve de fugir.

Em suma, Pinochet submeteu-se à democracia e tem bom senso em economia. Fidel é um PhD em tirania e um analfabeto em economia. O "Livre noir" nos dá uma idéia da bestialidade de que escapamos se triunfassem os radicais de esquerda. Lembremo-nos que, em 1963, Luiz Carlos Prestes declarava desinibidamente que "nós os comunistas já estamos no governo, mas não ainda no poder".

Parece-me ingenuidade histórica imaginar que, na ausência da revolução de 1964, o Brasil manteria apenas com alguns tropeços sua normalidade democrática. A verdade é que Jango Goulart não planejara minimamente sua sucessão, gerando suspeitas de continuísmo. E estava exposto a ventos de radicalização de duas origens: a radicalização sindical, que levaria à hiperinflação, e a radicalização ideológica, pregada por Brizola e Arraes, que podia resultar em guerra civil.

É sumamente melancólico - porém não irrealista - admitir-se que, no albor dos anos 60, este grande país não tinha senão duas miseráveis opções: "anos de chumbo" ou "rios de sangue"...

Roberto Campos foi economista, diplomata, senador pelo PDS-MT e ministro do Planejamento (governo Castello Branco). É autor de "A Lanterna na Popa" (Ed. Topbooks, 1994). Este e outros artigos podem ser encontrados no livro de Roberto Campos, Na Virada do Milênio, ed. Topbooks, 1998.


Ibope: Bolsonaro cresce, diminui rejeição, torna voto mais homogêneo e se fortalece para o 2º turno.


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O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) tem razões para comemorar o último levantamento do Ibope, divulgado na terça-feira (11), a despeito de seus aliados questionarem as pesquisas de intenção de voto de grandes institutos.

Em diferentes recortes, o Ibope traz uma série de boas notícias para o candidato do PSL, que o consolidam na liderança e o fortalecem na disputa da vaga no segundo turno. O campo da pesquisa, é verdade, foi feito na esteira do atentado contra a vida do candidato, na quinta-feira passada (6), o que pode ter captado mais fortemente uma empatia ou comoção do eleitor em relação ao episódio (o Ibope foi feito entre sábado, 8, e segunda-feira, 10, enquanto o Datafolha, apenas na segunda-feira, 10). Ainda assim, mergulhando na pesquisa, há indicativos de que sua vantagem em relação aos concorrentes não é apenas conjuntural.

Em relação ao levantamento do Ibope do começo do mês, Bolsonaro cresceu quatro pontos percentuais, chegando a 26% das intenções de voto. Também aumentou sua votação na pesquisa espontânea (quando não é apresentado o nome do candidato): passou de 17% para 23%. Esse porcentual é importante porque mostra o quão consolidado o nome do candidato está na cabeça do eleitor (32% dos homens falam que votarão nele sem serem questionados). Além disso, 54% dos seus eleitores dizem que não pretendem mudar o voto, uma taxa de convicção mais alta que a de todos os candidatos (na pesquisa anterior era de 41%).

A rejeição também caiu, embora seja especialmente grande entre as mulheres (50% delas dizem que não votam nele). Ele tinha 44% de rejeição, agora tem 41%. A queda na rejeição foi expressiva entre os mais ricos: passou de 46% entre os que ganham mais de cinco salários mínimos para 39%.

O percentual, no entanto, continua a ser um grande problema para o candidato do PSL no segundo turno, quando o eleitor tende a votar em quem rejeita menos (e pode também alimentar um movimento de voto útil no primeiro turno). Apesar disso, nas simulações de segundo turno do Ibope, Bolsonaro melhorou o desempenho, chegando a empatar em 3 dos 4 cenários – na pesquisa anterior ele perdia em 3 e empatava em 1, contra o candidato do PT, Fernando Haddad. Agora, ele aparece tecnicamente empatado, mas numericamente à frente de Haddad com 40% das intenções de voto contra 36% do petista.

Bolsonaro cresceu também entre grupos que tinham mais resistência a ele, como o de eleitores acima de 55 anos. Passou de 18% das intenções de voto para 26%, um crescimento de 8 pontos percentuais – ele também cresceu entre todas as faixas etárias de 25 a 54 anos.

Ele foi o candidato que mais ampliou sua intenção de voto pelas diferentes regiões do país, chegando a 37% das intenções de voto no Sul – um crescimento de 14 pontos percentuais. Nessa região, que tradicionalmente votava com o PSDB, Geraldo Alckmin ainda encontra como empecilho o candidato do Podemos, Alvaro Dias, que cria um teto de crescimento para o tucano (os dois têm 8% das intenções de voto). Bolsonaro também teve aumento de 5 pontos percentuais nas regiões Sudeste e Centro-Oeste/Norte, onde tem respectivamente 29% e 31% das intenções de voto.

De certa maneira, a intenção de voto de Bolsonaro reprisa o desempenho dos tucanos na eleição de 2014, que foram vitoriosos nas regiões Sul e Centro-Oeste, em São Paulo, Espírito Santo e parte da região Norte (o Nordeste votou com o PT). A região Nordeste foi a única em que ele apresentou queda na intenção de voto: passou de 15% para 12%.

Parafraseando um jargão do mundo político, pesquisa é uma fotografia de momento. Mas, agora, quem está bem na foto é candidato do PSL. Na sexta-feira, haverá novamente pesquisa Datafolha.

Fonte: G1.com

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Marco Aurélio vota pela rejeição da denúncia contra Bolsonaro por racismo; Moraes pede vista e adia decisão.


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Réu por apologia ao crime de estupro, candidato a presidente foi denunciado por suposta ofensa a negros e quilombolas. Deputado diz que Ministério Público quer criminalizá-lo por opiniões.

O ministro Marco Aurélio Mello votou nesta terça-feira (28) pela rejeição da denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) pelo crime de racismo.
Marco Aurélio é o relator da denúncia. Quando placar estava 2 a 2, o ministro Alexandre de Moraes pediu vista (mais tempo para analisar o caso) e, com isso, a decisão do STF foi adiada.

Réu por apologia ao crime de estupro e por injúria, Bolsonaro é candidato a presidente da República e, embora o STF já tenha decidido que réus não podem ocupar a linha sucessória da Presidência, atualmente não há impedimento legal para concorrerem nas eleições.
O candidato é réu no caso em que disse que não estuprava a deputada Maria do Rosário (PT-RS) porque ela "não merece" e não faz o "tipo" dele.


G1.com

Dólar fecha em alta com incerteza eleitoral

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O dólar fechou em alta terça-feira (28), em meio à cautela diante das incertezas com o cenário eleitoral doméstico predominando no mercado, destaca a Reuters. Com isso, a moeda fechou novamente no maior valor desde janeiro de 2016.

A moeda norte-americana subiu 1,44%, vendida a R$ 4,14. Veja mais cotações. Na máxima do dia, a divisa atingiu R$ 4,147, segundo o ValorPro.
O valor de fechamento desta terça é o maior desde 21 de janeiro de 2016, quando o dólar terminou o dia em sua máxima histórica de R$ 4,1631.

Já o dólar turismo era vendido perto de R$ 4,31 nesta terça, sem considerar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
No dia anterior, a moeda fechou em queda, em um movimento favorecido pelo acordo comercial entre Estados Unidos e México que ainda promovia a busca pelo risco no exterior nesta terça-feira, segundo a Reuters.
Esse bom humor chegou a motivar uma queda do dólar, mas o movimento perdeu força no mercado doméstico diante da apreensão eleitoral.









JORDÃO: JANAINA FURTADO LANÇA CANDIDATURA NO MUNICÍPIO NESTA QUINTA FEIRA.



Janaina Furtado, candidata ao Governo do Acre pela Rede Sustentabilidade, visitará o município de Jordão nesta quinta feira, 30 de agosto. 

Na agenda, uma reunião à noite com a comunidade para apresentar suas principais propostas e formalizar a fundação de seu partido no município.

Na sexta feira, 31 de agosto, fará uma visita à uma creche municipal, órgãos estaduais e conversará com o prefeito Elson Farias. Fará também conversas com apoiadores de sua candidatura.

No sábado retorna para Tarauacá, onde a tarde participa da fundação de uma ONG defesa dos animais. 








(assessoria)

MPE pede à PF investigação sobre suposta manipulação de números na pesquisa da Vox Populi.


O Ministério Público Eleitoral do Acre encaminhou à Polícia Federal um pedido de abertura de inquérito para apurar suposta manipulação de números na pesquisa eleitoral realiza pela Vox Populi e divulgada em um jornal local.
A denuncia teve como base sete áudios enviados ao MPE, relatando a possível fraude nos questionários do levantamento que pode ter sido realizado apenas em Rio Branco e divulgado como se fosse em vários municípios do Estado.
Os áudios foram anexados no pedido de abertura de investigação e encaminhados à Polícia Federal. Nas gravações, pessoas que trabalham realizando pesquisas relatam como teria ocorrido a suposta fraude dos números.
Segundo o MPE, a fraude estaria caracterizada quando o esquema é relatado nas troca de gravações e deixa evidente que os questionários não foram preenchidos nos municípios relatados pela Vox Populi no momento do registro da pesquisa.
Os responsáveis pela pesquisa teriam realizado o levantamento sem sair de Rio Branco. O MPE pede ainda que seja investigado o envolvimento da Companhia de Selva, empresa que cuida da mídia das administrações petista do Acre.
No total, o MPE recebeu sete áudios que revelariam, em tese, a manipulação dos números pelos responsáveis pela Vox Populi no Estado. A pesquisa teria custado a quantia de R$ 93 mil e foi encomendada por um empresa e divulgada por outra.
Segundo a Lei Eleitoral, os responsáveis pela pesquisa podem ser enquadrados por divulgação de pesquisa fraudulenta que constitui crime, punível com detenção de seis meses a um ano e multa no valor entre R$ 50 mil a r$ 100 mil.
O MPE requisitou a instauração de Inquérito Policial para investigação da pesquisa e de todos os atores envolvidos na realização do levantamento que deveria ter sido realizado em todo o Acre e dos responsáveis pela divulgação.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Igarapé Judia passará por revitalização, garante Petecão.

O senador Sérgio Petecão (PSD) comemorou, nesta quarta-feira (08), a aprovação do projeto eletrônico da revitalização do Igarapé Judia, no município de Senador Guiomard. Os recursos necessários para a obra, no valor R$ 500 mil, foram empenhados em 2017, e são provenientes de emenda destinada pelo Petecão, junto ao Programa Calha Norte, do Ministério da Defesa.

O projeto está sendo elaborado pela equipe da AMAC, atendendo as necessidades apresentadas pelo prefeito André Maia (PSD), e prevê a construção de um mirante, restaurante, lanchonete, pórtico de entrada, bancos, lixeiras, iluminação, escada, plataforma elevada, parque, três quiosques duplos, ponte de acesso a ilha dos quiosques, duas mesas de jogos e calçamento com acessibilidade.

O projeto seguirá para análise do Calha Norte e, tão logo seja aprovado, o órgão dará autorização à prefeitura para licitar e iniciar as obras. “Tenho que parabenizar a equipe da AMAC e o prefeito André Maia pelo belo trabalho de concepção do projeto, que dará outra cara ao local”, afirma Petecão.

Fonte: Assessoria

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Jorge Viana faz prestação de contas do mandato em Plácido de Castro.



Durante evento realizado na Câmara dos Deputados, senador recebeu apoio e falou sobre a crise política e econômica do país

Como forma de prestar contas de sua atuação no Senado Federal, o senador Jorge Viana continua percorrendo os municípios do Acre para apresentação da revista Desafios do Tempo. Nesta quinta-feira, 02, ele esteve em Plácido de Castro. Na Câmara de Vereadores do município, o parlamentar recebeu apoio de lideranças políticas e comunitárias e conversou sobre o momento de crise política e econômica do Brasil.

Jorge Viana, que é pré-candidato à reeleição, fazendo um relato sobre sua atuação no parlamento destacou a importância da política para a promoção das mudanças. "O que me motiva a continuar na política é exatamente esse momento ruim pelo qual todos os brasileiros estão passando. Acho que posso ajudar muito o Acre com minha experiência. É em momento assim que temos que oferecer seriedade e responsabilidade para buscar o melhor para o nosso Acre”, declarou durante o encontro.

Um dos colaboradores do lançamento da revista do senador Jorge Viana em Plácido de Castro, Luciano Barros, comentou sobre o evento: "Isso aproxima o trabalho do senador com a população. Muitas vezes ele fica em Brasília, trabalha muito, como é o caso do Jorge, mas precisa estar perto da população para mostrar o que foi feito. É muito importante essa prestação de contas”.

O senador fez também um relato sobre sua trajetória política, desde quando começou como prefeito e depois como governador do Acre. “Nós já construímos muita coisa bonita juntos e tenho fé e esperança de que podemos voltar a viver bons dias no nosso Acre e no Brasil. Para isso temos que pensar bem e não podemos abrir mão das pessoas com experiência de gestão e com vontade de trabalhar”.

Assessoria

Esqueçam o Lula...


                                                                  Luiz Carlos Borges da Silveira     
        
Está ocorrendo fato inusitado – e preocupante – em torno do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, fato este relacionado com sua situação de político preso e do ano eleitoral.

Deliberadamente ou não, há campanha induzindo a ilações de que existe intenção de transformá-lo em mito e injustiçado sugerindo que seja ele o único capaz de dar jeito na situação do país. Daí a massiva repercussão de qualquer assunto que a ele tenha ligação, mesmo que irrelevante. A militância, partidários, admiradores e sua defesa jurídica têm o direito de promover o movimento, mas há outros estratos engajados, além da mídia disposta a fazer papel de caixa de ressonância - desses, não se sabe o interesse. E até mesmo a avaliação crítica acaba favorecendo o interessado, é a repetição da velha máxima: ‘falem mal de mim, mas falem’ ...

Lula é um político preso, não um preso político como forçam em repetir na busca do convencimento impossível. Foi investigado, indiciado, julgado e condenado em ação penal por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, delitos praticados quando estava no cargo, em processo cercado de todas as garantias constitucionais, ou seja, um processo legal em primeira instância e depois confirmado por colegiado de segunda instância, que inclusive ampliou a pena.

Tentar fazer do ex-presidente um inocente é negar os delitos cometidos e aceitá-los como licitudes, é afronta à Justiça e tentativa de invalidar a operação (Lava Jato) de combate à corrupção que o levou à prisão.

Essa campanha política em favor de Lula é algo muito perigoso porque pode resultar na formação de falso mito com reflexo nas pesquisas eleitorais, como se tem notado, gerando um círculo vicioso: o movimento insufla os descontentes cujo pensamento se reflete nas consultas; a posição de liderança do político preso fornece combustível ao movimento, que influencia as pesquisas...
Lula é, ‘ipso facto’, um condenado e nessas condições não pode e não deve ser candidato (certamente não o será), pois do contrário seria revogar a lei e todos os esforços de combate à imoralidade e a corrupção na política e na administração pública.

Se o ex-presidente está preso é porque delinquiu... e há ainda outros processos bem mais ‘pesados’ do que esse pelo qual foi apenado. Além disso, é bom lembrar que Lula da Silva é reincidente, pois em seu primeiro mandato ocorreu o caso de corrupção conhecido como mensalão, que não o atingiu diretamente, mas deixa evidente que ele sabia e endossou. Assim como a Lava Jato, que ele tenta denegrir e afirma que nada sabe sobre os crimes apurados nessa investigação que parece não ter fim, dada a extensão da teia que onerou não somente a Petrobras e o BNDES como outros segmentos da administração pública e da iniciativa privada que viviam em estado promíscuo. Para um chefe de governo afirmar que não sabia de nada do que se passava nos altos e médios escalões do governo é passar atestado de completa alienação – ou de conivência.


Portanto, esqueçam Lula! deixem-no a cargo de quem de direito, a Justiça. Criar factoides até a partir de uma carta simplória significa não agir de boa-fé. Basta a insana atuação da defesa que impetra recursos em profusão, todos sem base, tanto que são sistematicamente negados. Além disso, a banca advocatícia de Lula abona recursos de pessoas comuns (aparentemente ‘laranjas’), como aconteceu no início do mês de julho, quando o STJ julgou 146 recursos, levando a presidente do órgão, ministra Laurita Vaz, a escrever em um despacho que "o Poder Judiciário não pode ser utilizado como balcão de reivindicações ou manifestações de natureza política ou ideológico-partidárias". A cada recusa da Justiça a defesa, lideranças, militância e amigos petistas reverberam os refrãos de que Lula é um injustiçado e que há plano específico para evitar que ele venha ser candidato novamente, apoiando seus argumento nas pesquisas, o que certamente acaba refletindo na campanha.

O bom senso diz que se deve tirar Lula do âmbito político-eleitoral e deixar que a Justiça decida, sob a égide da lei, à luz dos fatos.

Acredita-se que haverá sucessivo e amplo leque de recursos forçando o registro da candidatura de Lula. Espera-se da Justiça Eleitoral firmeza para não relevar a repercussão partidária e decidir com base na lei (da Ficha Limpa inclusive) e do precedente jurídico-penal do candidato.

Em outubro o Brasil vai às uras para escolher o próximo presidente. É desejável que o processo não venha a ser conturbado pela situação de quem perdeu o direito de participar das eleições; que os eleitores tenham discernimento para escolher um candidato ficha limpa, elegê-lo e apoiá-lo, para que o país volte a trabalhar em paz política.

Esqueçam Lula e suas bravatas, esqueçam as chicanas jurídicas de sua defesa, esqueçam a militância partidária. Dar curso a factoides é colaborar para ambiente e clima inadequados e impróprios que em nada contribuem, somente servem a quem deseja instabilidade e conturbação.

*Luiz Carlos Borges da Silveira é empresário, médico e professor. Foi Ministro da Saúde e Deputado Federal. 


quinta-feira, 12 de julho de 2018

A televisão educa?


Especialista fala sobre os cuidados que os pais devem ter em relação a televisão e a educação das crianças


Não é de hoje que temos que lidar com a enxurrada de informações e valores transmitidos pela televisão para as crianças e adolescentes. A programação destinada a esse público é quase nula, e com o avanço tecnológico, a tarefa de pais e responsáveis é ainda mais difícil. Mas o que fazer e como lidar com tanta informação sem privar os pequenos da TV?

Segundo Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar, as crianças chegam ao mundo e logo são apresentadas a uma “enxurrada” de inversão de valores. O que os pais lutam para construir dentro de casa e na escola, muitas vezes, a televisão consegue acabar em alguns minutos.

Muitos pais e responsáveis acabam deixando os filhos em frente à televisão sem se preocupar com o que está sendo transmitido, apenas usando aquele meio como uma distração, o que segundo a especialista, pode ser ruim para a criança. “O nosso papel em casa e na escola é orientar. Se os pais/responsáveis não estão em casa para acompanhar, e se há uma pessoa com as crianças é o momento de instruí-la, ou dizer pelo menos o que é permitido ou não. É bem mais fácil deixar a criança ligar a televisão e esquecer do mundo, pois assim ela fica quieta”, comenta.

No entanto, ao assistir a determinado programa ela reflete sobre o que vê, faz conexões com a sua realidade, abstrai os pontos positivos ou negativos daquilo que visualiza. Para a especialista a melhor maneira de lidar com essa situação é conversando com a criança e explicando qual é o objetivo daquele programa, levando-a a realidade. “Depois, evitar ao máximo o seu acesso a eles, deixando esse tempo para que a criança tenha oportunidade de desenvolver atividades que ajudem significativamente no seu aprendizado e evolução”, completa Ana Regina. 


P&G Comunicações

Japão tem a pior enchente em 35 anos


Ao menos 179 pessoas morreram em inundações e deslizamentos de terra provocados por chuvas torrenciais na região oeste do Japão e as equipes de emergência lutam para encontrar sobreviventes entre os escombros, uma possibilidade cada vez mais remota. 

O porta-voz do governo confirmou nesta quarta-feira as 179 mortes e advertiu que há várias pessoas desaparecidas na maior tragédia provocada por um fenômeno meteorológico no Japão desde 1982.

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, que cancelou uma viagem a vários países da Europa e do Oriente Médio, partiu de Tóquio na manhã desta quarta rumo à província de Okayama, uma das mais afetadas, ao lado de Hiroshima.
Mais de 10 mil pessoas que abandonaram suas casas permaneciam em refúgios no centro e oeste do Japão.

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, que cancelou uma viagem a vários países da Europa e Oriente Médio, viajará na quarta-feira à região afetada, informou Yoshihide Suga.

Mais de 8 mil pessoas que abandonaram suas casas permaneciam em refúgios nesta terça-feira, enquanto outras seguiram para as casas de parentes.

"Mais de 75.000 policiais, bombeiros, soldados das Forças de Autodefesa (nome do exército japonês) e da Guarda Costeira fazem o possível para ajudar os afetados, declarou Suga.

MSN-Brasil

Dodge pede investigação contra juiz que mandou soltar Lula.


Procuradora-geral envia ao STJ pedido de abertura de inquérito para apurar conduta de Rogério Favreto. Para ela, desembargador cometeu falta disciplinar e agiu para satisfazer "sentimentos e objetivos pessoais".

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), nesta quarta-feira (11/07), um pedido de abertura de inquérito contra o desembargador Rogério Favreto, que, no último domingo, mandou soltar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Se o pedido for autorizado pela corte, o juiz será investigado pelo crime de prevaricação. Para Dodge, Favreto cometeu falta disciplinar ao conceder um habeas corpus favorável ao petista, enquanto estava de plantão no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) no fim de semana.

Ao aceitar o pedido de liberdade, apresentado por três deputados do PT, o desembargador emitiu um alvará de soltura, determinando que Lula fosse solto naquele mesmo domingo.

A decisão foi seguida de uma guerra de outras manifestações jurídicas – incluindo do juiz Sérgio Moro, de férias – que contestavam a determinação de Favreto, afirmando que o magistrado não tinha competência para julgar a questão. A disputa finalmente se encerrou com a intervenção de Carlos Eduardo Thompson Flores, presidente do TRF-4, que decidiu manter o petista na prisão.

Segundo a procuradora-geral da República, a concessão da liberdade a Lula fez parte de um ato "orquestrado meticulosamente para, em detrimento da lei vigente, alcançar a soltura do réu, que havia sido negada pelas vias processuais lícitas e competentes".

"A conduta do representado revogava a ordem de prisão de um condenado em segundo grau de jurisdição, que havia sido confirmada em todas as instâncias extraordinárias de modo notório em todo o Brasil e especialmente naquele TRF-4, que a emitira", afirmou Dodge.

Ao pedir a abertura de uma investigação, ela afirmou que a decisão de Favreto em liberar o ex-presidente foi motivada por sua ligação anterior com o PT – o que caracteriza uma "quebra da impessoalidade da conduta do magistrado".

"Este histórico [profissional] revela que a conduta do representado não favoreceu um desconhecido, mas alguém com quem manteve longo histórico de serviço e de confiança e que pretendeu favorecer", argumentou a procuradora-geral.

"Tal conduta apresenta elementos de ato ilícito praticado dolosamente com o objetivo de satisfação de sentimentos e objetivos pessoais, tipificado pela lei penal."

Além de ter sido filiado ao PT por 19 anos, Favreto trabalhou diretamente para o governo Lula (2003-2010) como assessor jurídico da Casa Civil e como chefe da Secretaria da Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça. A assessoria do TRF-4 informou que ele não vai se pronunciar sobre o pedido de investigação.

Investigação no CNJ

Além da solicitação ao STJ, Dodge também enviou uma reclamação disciplinar ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), pedindo que o desembargador seja condenado por infração disciplinar. Nesse caso, a punição máxima para um juiz é a aposentadoria compulsória, com manutenção do salário.

Na terça-feira, o ministro corregedor do CNJ, João Otávio de Noronha, já havia determinado a abertura de um procedimento para apurar as condutas não só de Favreto, mas também do desembargador João Pedro Gebran Neto, do mesmo TRF-4, e do juiz Sérgio Moro.

Os três magistrados estiveram no centro da batalha de decisões jurídicas ocorrida no último domingo acerca da prisão de Lula. Desde então, várias representações chegaram ao CNJ contra o trio, que será investigado pela corregedoria do órgão por suposta infração disciplinar.




quinta-feira, 5 de julho de 2018

Jenilson media conversas de Concursados da policia civil com governo.


O deputado estadual Jenilson Leite (PCdoB), presidente da Comissão de Segurança e Narcotráfico da ALEAC, se reuniu mais uma vez com a secretária de Estado de Administração, Sawana Carvalho, para obter informações a respeito do andamento do concurso da Policia Civil. O parlamentar estava acompanhado dos membros da comissão dos aprovados nas primeiras fases do certame.


Na reunião com a secretária, o parlamentar e os membros da comissão foram informados que sairá amanhã no Diário Oficial o resultado da segunda e terceira fase do concurso. Estas duas fases determina a classificação dos aprovados que irão fazer o curso de formação. Ao todo são 250 vagas para os cargos de: escrivão, agente de polícia, delegado e auxiliar de necropsias. Destarte que a última fase é a convocação para o curso de formação e, posteriormente a posse nos respectivos cargos.

Com relação a convocação, a secretária informou que após a publicação da fase de classificação no DOE, o governo vai discutir junto com a Secretaria da Fazenda a possibilidade de os postulantes aos cargos serem convocados para fazer o curso ainda este ano.

O deputado estadual Jenilson Leite tem tido um papel fundamental nessa luta dos concursos da Polícia Civil e Militar. A primeira conquista dos aprovados com o apoio do deputado foi a prorrogação do prazo de validade dos dois certames de seis meses para dois anos.

Jenilson Leite já se reuniu com a chefe da SGA quatro vezes para discutir a respeito dos dois concursos da Secretaria de Segurança Pública. Além da defesa que tem feito na tribuna da ALEAC. O deputado já se reuniu com a comissão dos aprovados dos respectivos certames para demonstrar seu apoio a esta causa, bem como leva-los perante aos secretários de Estado com objetivo de encontrar soluções para a conclusão dos concursos. “Estamos trabalhando junto ao governo para que se conclua as fases que antecedem a convocação. Pois precisamos urgentes de novos policiais nas ruas, garantindo a segurança da população acreana, além disso, s novos jovens, alguns já são pais de famílias, serão inseridos no mercado de trabalho”.

O concurso da Polícia Militar se encontra na última fase. O governo já publicou no DOE a fase de classificação. Para o deputado foi mais um passo importante que foi conquistado junto a gestão.

Fonte:Folha do Acre