quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Seringueiros de Reserva Extrativista em Jordão estão com receio sobre a presença de ONGs em projeto de incentivo a produção da Borracha.

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Os seringueiros da Reserva Extrativista do Alto Tarauacá, uma unidade de conservação federal localizada entre os municípios de Tarauacá e Jordão, receberam recentemente a ONG SOS-AMAZONIA, juntamente com a Associação a qual os moradores e seringueiros são sócios, para fazer um cadastro daqueles que ainda tem vontade de voltar a trabalhar como seringueiro.

Essa foi apenas a primeira etapa e até o momento já foram cadastrados mais de 40 seringueiros. o proximo passo aconteceu dia 28 de outubro onde aconteceu uma reunião na comunidade Restauração com uma parte desses inscritos e dia 30 no município de Jordão com os demais, com o objetivo  de discutir os acordos entre produtor e comprador, formas de pagamento e transporte da borracha até a cidade de Tarauacá.

Até ai tudo bem, a questão tem sido a forma desse cadastramento pois faz perguntas que os seringueiros acharam desnecessárias ou tendenciosas uma vez que quer saber até se o morador desmatou pra campo em mata virgem e quantas hectares.

O problema, segundo eles, é que o comprador é uma empresa francesa a Vert, em parceria com o governo da Inglaterra e faz toda negociação através de ONGs via cooperativas e associações sem a participação do Governo Brasileiro, o que pode resultar em mais proibições aos moradores com relação a criação de gado, que hoje funciona como uma poupança em casos de tratamento de saúde, compra de um equipamento de maior valor etc, entre outras atividades que são vistas pelos órgãos de controle, como não é viável dentro de unidade de conservação.

Alguns moradores expressaram seu medo com essas parcerias e o que isso pode nos trazer de bom ou ruim daqui alguns anos, como por exemplo, extinção total do gado, diminuição de áreas para roçado, proibição da caça e pesca de subsistência das famílias.

O presidente da Associação dos moradores disse estar atento a essas questões e realmente é um caso de se pensar e ir em busca da verdade que pode estar oculta por trás desses interesses. O presidente acredita que estas iniciativas devem sim melhorar em muita a vida dos extrativista, mas o processo é muito burocrático e que o governo brasileiro precisa criar meios para simplificar a compra e a venda da borracha produzida por esses seringueiros.      

Ministérios assinam acordo para combater abusos no crédito agrícola.

 Os ministros  da Justiça, Sergio Moro e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, durante cerimônia de assinatura de acordo de cooperação técnica para promover ações conjuntas, visando prevenir a ocorrência da chamada “venda



Termo foi firmado entre as pastas de Agricultura e Justiça


A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, assinaram hoje (16) um acordo de cooperação técnica para criar canais por meio dos quais os produtores rurais possam denunciar eventuais práticas abusivas cometidas por bancos que ofertam crédito agrícola subsidiado pelo governo.
Segundo Tereza Cristina, embora “simples”, a medida era aguardada há tempos pelos produtores rurais, que se sentem impelidos a contratar outros produtos financeiros para, assim, conseguirem um empréstimo com taxas de juros mais baixas, a chamada venda casada.
“A legislação, hoje, já tem meios de coibir esta venda casada, esta ilegalidade a que o produtor rural vem sendo submetido há anos. Mas o produtor se sente intimidado, pois se ele recusar [a oferta de contratação de serviços bancários] ou, depois, denunciar [tal prática], pode ter as portas fechadas para futuros créditos que são vitais a sua sobrevivência”, disse Tereza Cristina, durante a cerimônia que teve a presença de representantes das principais entidades do setor produtivo, além de parlamentares e do primeiro escalão do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
O acordo possibilitará melhorias na plataforma eletrônica consumidor.gov.br, que é monitorada pela Secretaria Nacional do Consumidor, pelos Procons e pelos Ministérios Públicos. Além disso, o convênio prevê a criação de novos canais que permitem aos produtores fazer denúncias anônimas por meio das associações de classe, como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que tem, em seu site, uma ferramenta semelhante.

Redução dos custos

Tereza Cristina acredita que a ação da Secretaria Nacional do Consumidor para coibir a eventual venda casada na concessão de crédito agrícola resultará em uma redução dos custos dos empréstimos não só para os produtores, mas também para a União. Só este ano, o governo federal destinou R$ 10 bilhões para subvencionar a diferença entre os juros de mercado e a taxa que é oferecida aos produtores rurais.
“Isto significará uma redução dos custos e dos constrangimentos para os produtores. Uma coisa é você comprar título de capitalização, seguros; outra é você tomar recursos que o Poder Público equaliza o valor para diminuir a taxa de juros e vem esta venda casada que aumenta os custos”, disse a ministra.
De acordo com o secretário nacional do Consumidor, Luciano Timm, além de oferecer uma possibilidade para o denunciante resolver seu problema individual, o portal consumidor.gov.br permite às autoridades conhecer as queixas mais frequentes e adotar soluções mais amplas para eventuais problemas. “Teremos base fática para fazer política pública”, disse o secretário. Caso fique caracterizada a venda casada, a instituição financeira pode receber multa de até R$ 9 milhões. “Não adianta só puxar a orelha. É preciso que, se for o caso, haja uma sanção.”
Antes de assinar o acordo, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, declarou que a iniciativa abre uma porta para permitir que produtores rurais utilizem as ferramentas já existentes para tentar solucionar eventuais conflitos. "Recorrer à Justiça é sempre um mecanismo lento e custoso", disse o ministro, incentivando quem quer que se sinta prejudicado acesse o portal consumidor.gov.br e denuncie eventuais práticas ilegais. "Por mais que o produtor se sinta intimidado, é importante que ele vocalize a reclamação. Só assim os órgãos de governo poderão tomar medidas para solucionar os problemas."

Febraban

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que a entidade e os bancos que fazem parte do Sistema de Autorregulação Bancária "assumiram diversos compromissos públicos com os consumidores que vão além do estritamente legal". A entidade e as instituições financeiras também informaram que têm atuado em sintonia com o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor e com a Secretaria Nacional do Consumidor "na defesa dos clientes e de seu direito a recorrer a outras instâncias, como os órgãos de defesa do consumidor ou plataformas como o site consumidor.gov.br, para avaliação e atendimento de queixas no relacionamento com o setor bancário."
A entidade informou que as instituições financeiras também têm canais de atendimento ao consumidor, como os serviços de atendimento ao consumidor (SACs) e ouvidorias, canais, que segundo a Febraban, tem elevados índices de solução de problemas.

A Febraban esclareceu que as taxas de juros cobradas pelos bancos variam entre as instituições financeiras conforme a avaliação de risco dos clientes, que leva em consideração um conjunto de fatores, "entre eles o histórico de relacionamento de cada banco com cada demandante de crédito".


quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Mais de 11% das cidades aderem ao programa de escolas cívico-militares.

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O Ministério da Educação (MEC) divulgou hoje (16) o resultado preliminar da adesão ao programa de escolas cívico-militares anunciado no início de setembro. No total, 643 prefeituras se inscreveram no programa, o que representa 11,5% dos municípios brasileiros. Dentre os inscritos, 290 são de cidades da Região Nordeste. 

De acordo com o ministro Abraham Weintraub, a adesão pode crescer nos próximos dias. “Muitos municípios aderiram usando o serviço dos Correios. Acreditamos que mais cartas de adesão de municípios [mais distantes] devem chegar ao MEC”, disse. De acordo com o relatório divulgado pelo MEC, Acre e Amapá ainda não tiveram nenhum pedido de adesão confirmado.
O presidente da República, Jair Bolsonaro, publicou em suas redes sociais vídeo no qual o ministro dá um panorama sobre a adesão dos municípios ao programa.
Antes de abrir o processo para os municípios, os estados foram consultados. O Distrito Federal e mais 15 unidades da Federação aderiram ao programa. Nesta nova fase, apenas as prefeituras puderam se inscrever para receber o modelo de escola cívico-militar, mesmo que os respectivos estados não tivessem manifestado interesse.
Weintraub disse que haverá uma seleção entre os inscritos. A primeira leva de escolas cívico-militares deve atender menos de 10% das solicitações. “O plano prevê a implantação de 54 escolas. Portanto, há excesso de demanda, e não escassez de oferta”, disse.
O ministro argumentou que fará uma consulta jurídica para saber como incluir prefeituras localizadas nos 11 estados que não quiseram participar do projeto. No Nordeste, responsável por quase metade das inscrições, apenas o Ceará está inscrito. 

Escolas diferenciadas

O modelo proposto pelo MEC para as escolas cívico-militares é destinado a escolas públicas que ofereçam o ciclo final do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano), e que tenham de 500 a 1 mil alunos matriculados. A situação de vulnerabilidade social dos jovens e um baixo Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (Ideb) também são fatores determinantes na escolha da instituição.
De acordo com o plano educacional, as escolas terão como foco “fortalecer valores humanos, éticos e morais, bem como incentivar a formação integral do cidadão”.
As escolas passarão a ser administradas por militares da reserva, que serão contratados por critérios ainda não definidos pela pasta. Policiais e bombeiros militares também poderão participar do programa.
O MEC deve divulgar a lista final com os nomes dos municípios selecionados no dia 15 de novembro.

Rede Brasil de Pacto Global recebe inscrições para prêmio em inovação sustentável.


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Até o dia 18 de outubro, a instituição vai receber projetos interessados em concorrer ao prêmio Cases de sucesso em água e saneamento (ODS 6) 2019

CURITIBA, 14/10/2019 – A Rede Brasil do Pacto Global, está com inscrições abertas para a edição 2019 do Prêmio Cases de sucesso em água e saneamento (ODS 6). A iniciativa vai reconhecer e premiar projetos que promovem práticas de sustentabilidade em operações e cadeias de água e abastecimento, e que estejam alinhadas ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 (ODS 6), estipulado pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

Focada na inovação da gestão dos recursos hídricos e gestão de saneamento, a competição é direcionada aos membros do Pacto Global, iniciativa que reúne e orienta empresas e instituições a desenvolverem suas estratégias e operações considerando o equilíbrio ambiental, social e econômico dos processos com base na agenda global de sustentabilidade. O prêmio engloba 4 categorias (água, saneamento e higiene – WASH - e direitos humanos; eficiência hídrica em cadeias diretas de operações e suprimentos; proteção e restauração de ecossistemas; e ação coletiva) e inclui a submissão de propostas em andamento ou finalizadas, com inscrições limitadas a uma projeto por categoria.
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Com o apoio do ISAE Escola de Negócios, o prêmio vai selecionar projetos que colaborem com o avanço dos sistemas brasileiros em práticas sustentáveis por meio da introdução de novas tecnologias, abordagens e soluções inovadoras que promovam impactos positivos no setor. Os dez cases mais relevantes para a Rede Brasil do Pacto Global que serão publicados em um relatório oficial e ganharão visibilidade internacional ao serem apresentados durante o evento anual da plataforma The CEO Water Mandate.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 18 de outubro por meio do link https://bit.ly/33uRjD2. Confira o edital completo em https://bit.ly/31i4TIi.

Fonte: Assessoria

terça-feira, 27 de agosto de 2019

INPE e Nasa fazem mídia brasileira passar vexame sobre ambiente.





Dados oficiais do INPE mostram que o presidente Bolsonaro vem mantendo a mínima histórica de queimadas no Brasil, muito menos que o período em que Marina Silva foi ministra do Meio Ambiente, durante o Governo Lula, período tão defendido pela esquerda - foi justamente na gestão Lula que houve uma explosão de números de focos de incêndio.

Inclusive no mês em que historicamente temos um aumento nos focos de incêndio, os índices mostram que seguimos abaixo da média em comparação aos outros anos.

O sol apagou?

Outra fake news lançada pela imprensa nos últimos dias foi de que a fumaça de incêndios da amazônia teria encoberto o sol de São Paulo na última segunda-feira.
O estardalhaço foi tão grande que a Nasa acabou publicando um relatório apontando que as queimadas estão abaixo da média em comparação aos últimos 15 anos.

No Brasil, o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) também se pronunciou: 
Está claro que para a mídia não interessa a realidade se ela não colaborar com a narrativa contra o governo, cabe ao cidadão se informar para evitar cair nessas armadilhas.


O Congressita.com

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Madonna e Macron compartilham fotos antigas de queimadas em meio a polêmica sobre Amazônia.



Artigo da revista Nature de setembro de 2012

Diversas imagens antigas de queimadas na Amazônia estão sendo compartilhadas nas redes sociais como se fossem atuais, confundindo até mesmo personalidades públicas como MadonnaEmmanuel Macron e Cristiano Ronaldo. As fotos mostram árvores incendiadas e animais feridos – algumas delas nem sequer foram feitas na floresta brasileira.
Por meio de ferramentas de busca reversa, como o Google Imagens e o TinEye, o Estadão Verifica localizou seis fotos descontextualizadas sendo replicadas nas redes sociais.

foto compartilhada pelo presidente francês Emmanuel Macron, por exemplo, retrata um incêndio na Amazônia, mas é encontrada em artigo da revista Nature de setembro de 2012. Foi tirada pelo fotógrafo Loren McIntyre, que faleceu em 2003, e está à venda no banco de imagens Alamy. A publicação de Macron está invertida – o fogo aparece da esquerda para a direita, diferentemente do contexto original.

modelo Gisele Bündchen, o jogador de futebol Daniel Alves, a cantora Camila Cabello e o ator Leonardo diCaprio também divulgaram a imagem em meio a mensagens sobre a conscientização da Amazônia.
cantora Madonna, por sua vez, divulgou uma foto de 1989 feita na Amazônia. O clique foi feito para a agência Sipa Press e posteriormente vendida para a Rex Features. A imagem integra um álbum sobre o desmatamento na região naquela época

A cena retrata uma queimada em
São Félix do Xingu, no Pará, em 2008
futebolista português Cristiano Ronaldo também compartilhou uma imagem antiga, e que nem sequer foi clicada na Amazônia: mostra um incêndio na Estação Ecológica do Taim, no Rio Grande do Sul, em março de 2013. O fotógrafo é Lauro Alves, da Agência RBS.


Outra foto bastante difundida é a de um incêndio atingindo uma floresta à noite. A cena retrata uma queimada em São Félix do Xingu, no Pará, em 2008. O autor, Daniel Beltrá, a republicou em seu Instagram nesta quinta-feira, 22.
Vítimas. Fotos de animais feridos também se espalharam rapidamente nas redes sociais. Uma delas retrata uma macaca com um filhote aparentemente morto. A cena, porém, é de Jabalpur, na Índia. Em entrevista ao site britânico The Independent, o fotógrafo Avinash Lodhi explicou ainda que o macaquinho não estava morto, mas havia acabado de tropeçar.

Uma imagem de um coelho morto, que viralizou nas redes sociais, também não ilustra um caso brasileiro. O animal morreu durante um incêndio em Malibu, na Califórnia (EUA), no ano passado. O autor da foto é Chris Rusanowsk.

Apesar das imagens acima estarem descontextualizas, a polêmica sobre as queimadas na Amazônia tem relação com fatos reais. Desde 1º de janeiro até esta quinta-feira, 22, foram contabilizados 75.300 focos de queimadas em todo o País, de acordo com o Programa de Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), responsável pela contabilização dos dados desde 2013. O número representa alta de 85% em relação ao mesmo período do ano passado.

As imagens foram sinalizadas para checagem por meio da parceria entre o Estadão Verifica e o Facebook. O AosFatos e a AFP Checamos também desmentiram estes conteúdos.


Estadão.com

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

A difícil vida dos povos indígenas de Jordão.

Foto: Blog Pode Mudar


Por muitos e muitos anos os povos indígenas do Brasil receberam um tratamento diferenciado por partes dos governos e suas políticas públicas. Reconhecidos como os verdadeiros Brasileiros por serem o único povo que aqui habitavam em 1500 quando Cabral visitou o Brasil, aos poucos foram sendo dizimados por regimes escrupulosos.

Com isso, foram dominados primeiramente por sua inocência que até hoje os coloca em submissão aos mais espertos. Há décadas, alguns partidos políticos travestidos de defensores dos indígenas assim como das mulheres, dos negros, dos trabalhadores entre outros grupos de pessoas, aproveitaram-se da boa causa, para poderem pôr em pratica seu plano de usurpar do poder político, econômico, social e intelectual, transformando esses mesmos grupos em massa de manobra tornando assim suas ideias criminosas e causas justas.

Eis aí o motivo de separar o povo brasileiros em grupos e fazer com que esses grupos sempre encontre-se em estado de necessidade para políticos maldosos encontre um motivo para suas ladainhas.

No município de Jordão no estado do Acre a situação dos povos indígenas, cerca de 35% da população, não é diferente. Desde os meus 12 anos de idade que conheço a realidade desse povo. Defendidos por indigenistas filiados aos ditos partidos defensores dos indígenas, imprimiram na mentes dos índios que eles só precisam brigar por terra e todos os seus problemas estavam resolvidos.

Hoje, depois de 25 anos vendo o sofrimento dos indígenas, percebi que continuam inocentes, subalternos, passando necessidade por falta de alimento e pra completar as mazelas, se dedicam mais ao plantio e uso do canabis, do que da mandioca, milho, banana, amendoim etc.

A educação nas aldeias é a mais precária do país. Escolas de chão batido e cobertas de palhas, material didático quando tem não sabem usar, a saúde também vinha deixando muito a desejar em 2018, não existe energia, nem agua potável, altos índices de desnutrição infantil e idosos principalmente e por aí vai.

Os rios não tem mais peixe, a mata não tem mais caça, a criação de pequenos animais como galinha, pato entre outros, não existe e nem sabem lidar com isso, bovinos não podem criar por se tratar de área de conservação, ou seja, o futuro é certo, miséria e mais miséria. E quem aplaude tudo isso? Os mesmos partidos de sempre, por que só assim tem uma causa justa para atacar quem estar governando e pôr os pobres e coitados índios, negros, trabalhadores rurais, mulheres, pra levantarem suas bandeiras.    

quarta-feira, 31 de julho de 2019

ISSO A GLOBO MOSTRA. Presidente Jair Bolsonaro comunica no Twitter o alcance de mais de 6 milhões de escolas rurais com acesso a internet ainda este ano.


O Presidente Jair Bolsonaro divulgou no seu twitter nesta segunda feira 29, uma mensagem fazendo menção ao programa Educação Conectada, onde o mesmo afirma que ainda este ano o governo federal irá alcançar uma margem e 6.500 escolas rurais que passarão a ter internet banda larga. 

Segundo a mensagem do presidente ate agora mais de 4.500 instituições já foram contempladas, a grande maioria no Norte e Nordeste. Investimento será de R$ 120 milhões no ano.

Para aderir ao programa Educação as secretarias Municipais, Estaduais e Distrital, devem ficar atentos ao período de adesão.

A participação é voluntária e serão abertos períodos específicos para adesão das unidades escolares que tenham sido selecionadas pelas suas redes. A adesão é condição necessária para receber o apoio técnico e financeiro do ministério no âmbito do programa.







Twitter do Presidente 

terça-feira, 30 de julho de 2019

Ufa!! Proibição de ligações de telemarketing indesejadas gera mudanças no setor.


Medida que entrou em vigor no mês de julho pretende acabar com uma das abordagens mais criticadas pelos consumidores brasileiros

CURITIBA, 30/07/2019 – Por determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a pedido das principais Prestadoras de Serviço de Telecomunicações do país, desde o dia 16 de julho as empresas que prestam serviços de telemarketing para empresas de telefonia estão proibidas de fazer ligações para números que estejam cadastrados no site Não Me Perturbe(www.naomeperturbe.com.br). Somente no primeiro dia no ar, o site teve mais de 620 mil cadastros.

O telemarketing é uma das ferramentas de vendas mais utilizadas no Brasil e devido à saturação do método para oferecer produtos e serviços se tornou uma das abordagens mais indesejadas pelos consumidores. Sendo assim, a medida é resultado de uma discussão para criar boas práticas no mercado, otimizando a experiência do cliente e diminuindo a incidência de reclamações por ligações indevidas.

Para se cadastrar na plataforma basta acessar o site e preencher os dados solicitados. A partir da data de registro as empresas têm um prazo de 30 dias para incluir o número na lista de usuários que não desejam receber ligações. As penalidades para o descumprimento da medida vão de advertências até multas que podem chegar a 50 milhões de reais.

“Ações como esta mostram que o mercado está se transformando e se adaptando às exigências dos consumidores. As empresas que antes eram somente telefônicas tiveram que se reinventar em poucos anos para atender à demanda tecnológica. O uso de ferramentas de otimização de experiência de usuário e banco de dados robustos com atualizações em real time é indispensável”, comenta Deivis Santos, diretor comercial da Nexcore, empresa brasileira especializada em soluções de comunicação omnichannel para a gestão do relacionamento com o cliente.

Para atender mudanças repentinas como esta, empresas nacionais estão trabalhando no desenvolvimento de tecnologias voltadas à transformação digital de diversos setores, incluindo o de telefônicas. A Nexcore, por exemplo, aposta no software Nexus, ferramenta de gestão de contatos multicanal (Omnichannel) que engloba soluções tanto ligadas à telefonia quanto ao atendimento digital, como chats. “No Nexus já temos um módulo blacklist, que é uma opção para acelerar o processo de exclusão dos números neste caso, importando a base de dados diariamente e mantendo o sistema do cliente livre do risco de penalidades”, comenta Deivis Santos. 

Assessoria