quarta-feira, 1 de maio de 2013

RIO BRANCO: Acre pode ficar sem recursos para transporte escolar.


O Estado do Acre ainda não prestou contas e pode ficar sem repasses por parte do governo federal para o programa.

Termina hoje, 30, o prazo para que os estados, municípios e o Distrito Federal prestem contas dos recursos recebidos para a merenda e o transporte escolar nos anos de 2011 e 2012. O Estado do Acre ainda não prestou contas e pode ficar sem repasses por parte do governo federal para o programa.

Os entes federativos devem prestar contas do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate) e Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). O prazo, segundo FNDE, não será prorrogado.

Segundo levantamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educaçã FNDE, até ontem (29) não haviam prestado contas do transporte escolar referente a 2011 o Distrito Federal e 885 municípios.

Do transporte referente a 2012, não prestaram contas 2.698 municípios e oito estados (Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Pará, Rondônia e Sergipe). Em relação à alimentação, o FNDE ainda não recebeu a prestação de contas de 2011 de 1.261 municípios, do Distrito Federal e de nove estados (Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Rondônia e Tocantins); e, de 2012, de 2.687 municípios, do Distrito Federal e de 23 estados (exceto Goiás, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte).

Os números caíram em relação à semana passada, mas ainda são altos.

Da Agencia contilnet

RIO BRANCO: Em reunião da Amac, prefeitos discutem repasse do FPM e inadimplência.


Na pauta temas de grande importância para os municípios, como a redução dos repasses da União.

Dos 22 prefeitos do Estado, 19 deles se reuniram nesta terça-feira (30) para a assembleia geral ordinária da Associação dos Municípios do Acre - Amac, na sede da entidade.

Na pauta, temas de grande importância para os municípios, como a redução dos repasses da União, o Plano de Resíduos Sólidos, as políticas de regularização fundiária, o Programa Nacional de Habitação Rural, a segurança pública e a possibilidades de implantação de banda larga nos municípios.

O prefeito de Rio Branco e presidente da Amac, Marcus Alexandre, diz que 2013 é o ano do ajuste e do equilíbrio fiscal, o que requer muita atenção por parte dos administradores.

Relata que a redução do repasse do Fundo de Participação dos Municípios deve impedir alguns investimentos previstos, mas alerta que é preciso que cada prefeito garanta os serviços essenciais e aguarde momento mais adequado para novos investimentos.

“O cenário econômico requer austeridade e ajuste fiscal”, afirmou. Com relação à diminuição dos repasses, Marcus Alexandre citou que a saída para que os investimentos não parem é o aumento na arrecadação própria, e citou como exemplo o IPTU e o ISS,que em Rio Branco, depois da Reforma Tributária, poderá ser retido na fonte.

Com relação aos precatórios, Marcus Alexandre explica que é preciso honrar esses pagamentos, sem que isso inviabilize os serviços essenciais; sobre a destinação dos resíduos sólidos, ele garante, ainda, que a Amac vai prestar toda a assistência técnica necessária para que as prefeituras elaborem os projetos que serão apresentados em Brasília para a construção dos aterros sanitários que deverão substituir os lixões.

 Marcus Alexandre defendeu, ainda, que todos os municípios façam parte do programa Brasil Transparente, do qual a prefeitura de Rio Branco é signatária, e que tem como objetivo incluir todas as cidades brasileiras na Lei da Transparência, garantindo o acesso dos cidadãos às informações de cada município, como valor dos salários pagos, de contratos, despesas e receitas.   

A coordenadora da Amac,Telma Chaves, fez um relato do andamento dos projetos dos municípios em Brasília, cerca de 300, e anunciou que desde o início do ano, a situação das cidades acreanas melhorou com relação à inadimplência, o que impedia o envio de recursos para os municípios.

No início do ano, apenas três cidades estavam adimplentes. Agora, já são sete: Rio Branco, Santa Rosa, Mâncio Lima, Cruzeiro do Sul, Bujari, Brasileia e Epitaciolândia.

Ficou acertado, ainda, na reunião, que a partir de junho, os prefeitos, reunidos em caravana, vão visitar todas as regiões do Estado como forma de se inteirar da realidade de cada município.

A caravana de junho vai a Sena Madureira. Em agosto, será a vez de Mâncio Lima e em outubro os prefeitos vão para Assis Brasil.

“A caravana é importante porque vamos conhecer de perto a forma de administrar de cada um, com sua realidade e dificuldade”, ressalta o prefeito de Bujari, o Tonheiro.

Técnicos das controladorias do Estado e da União fizeram exposição sobre o Programa Brasil Transparente. Dirigentes do Conselho de Arquitetura e Urbanismo também apresentaram painéis.


Fonte: Contilnet

Dia do Trabalho: saiba como surgiu o feriado do dia 1º de maio.


O Dia do Trabalhador ou Dia Internacional dos Trabalhadores é celebrado anualmente no dia 1º de Maio em numerosos países do mundo, sendo feriado no Brasil, em Portugal e em outros países. No calendário litúrgico celebra-se a memória de São José Operário por tratar-se do santo padroeiro dos trabalhadores.
 
História
Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos. Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. 
 
No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Três anos mais tarde, no dia 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.

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