segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Partidos do Centrão continua com sua novela "Pra que lado eu vou" e resistem a apoiarem Lula ou Flávio Bolsonaro.

 


Apesar da consolidação das candidaturas dos dois polos do espectro político-eleitoral, os principais partidos do Centrão ainda resistem a aderir ao presidente Lula ou a Flávio Bolsonaro.

 

MDB, PSD e a federação União Brasil-Progressistas deram sinais de que ainda devem aguardar gestos mais concretos dos dois principais candidatos ao Planalto para decidirem qual caminho seguir.

De uma maneira geral, esses partidos de centro-direita são refratários a uma aliança com Flávio, ao mesmo tempo em que se encontram em posição difícil para formalizar apoio a Lula em âmbito nacional.

 

Quatro movimentos importantes chamaram a atenção na última semana: a) em entrevista ao UOL, o Lula indicou que seu vice, Geraldo Alckmin, pode ser convidado a participar de projeto eleitoral em SP; b) o MDB passou a ser cotado para ocupar a vice da chapa presidencial de Lula ou formar frente de centro com o PSD; c) o governo federal retomou diálogo com presidentes da Câmara e do Senado, expoentes do Centrão; d) Lula está muito perto de um acerto com o senador Rodrigo Pacheco para lançá-lo como seu candidato a governador em Minas Gerais pelo União Brasil.

 

Tudo somado, a percepção é de que Lula entrou para valer no jogo de buscar apoio do Centrão, que ainda resiste a Flávio.

 

O senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, teria se reunido com Lula em busca de acordo que facilitasse sua reeleição no Piauí —informação publicada pela Folha de S.Paulo e confirmada pelo JOTA. Em troca, ele trabalharia para afastar a federação União Brasil-PP da candidatura de Flávio Bolsonaro.

 

O sentimento em relação a Flávio é de que, mesmo bem colocado nas pesquisas, ele ainda não se lançou nas costuras por alianças e tem tensionado a relação com o Centrão nos estados em busca de candidaturas próprias do PL ao governo e ao Senado. Lula, por sua vez, vai comendo pelas beiradas e pode ao final obter apoio de partidos que, pela lógica, deveriam estar alinhados à candidatura do filho 01 de seu antecessor.

 

Leia a análise completa de Beto Bombig e Fabio MuraKawa: https://www.jota.info/.../resistente-a-flavio-bolsonaro...

 

Segundo a revista Veja, uma "força inédita" de Flávio Bolsonaro foi mostrada em nova pesquisa com "número que pode mudar o jogo".

 

Eis o que diz o artigo:

 

A nova pesquisa Real Time Big Data sobre a corrida presidencial, divulgada nesta segunda (9), trouxe um sinal fora da curva para esta fase do calendário eleitoral. Em comentário no programa Ponto de Vista, o colunista Mauro Paulino chamou atenção para um número que costuma passar despercebido, mas que pode dizer muito sobre o cenário de 2026: o percentual de indecisos.

 

Com 31% dos entrevistados afirmando que ainda não sabem em quem votar no cenário da pesquisa espontânea, sem apresentação dos nomes dos candidatos, o índice aparece abaixo da média histórica para um momento em que a eleição ainda está distante. Para Paulino, o dado indica que o eleitor já está mais conectado à disputa — e com nomes bem definidos no topo da mente.

 

Por que a taxa de indecisos chamou tanta atenção?

 

Segundo Paulino, em pesquisas espontâneas feitas com cerca de oito meses de antecedência, é comum que o número de indecisos seja bem maior. O patamar atual sugere que mais da metade do eleitorado já tem um candidato espontâneo, sem precisar ser estimulado por uma lista de nomes.

Esse fator ajuda a explicar a largada forte de Luiz Inácio Lula da Silva, que aparece com 28% na espontânea e salta para 39% na estimulada — um crescimento relevante, mas dentro do esperado para um presidente em exercício.

 

O que explica o salto de Flávio Bolsonaro?

 

O dado mais expressivo, porém, está do outro lado da polarização. Flávio Bolsonaro parte de 14% na pesquisa espontânea e chega a 30% quando os nomes são apresentados aos eleitores. Na leitura de Paulino, trata-se de um fenômeno raro.

“O sobrenome Bolsonaro demonstra uma força inédita de transferência de votos”, avaliou o colunista.

 

Diferentemente de heranças políticas tradicionais, o crescimento de Flávio ocorre de forma rápida e quase automática, mesmo sem uma campanha estruturada ou um lançamento formal de candidatura.

 

Lula já encontrou seu teto?

 

Outro ponto destacado na análise é o chamado “teto eleitoral”. De acordo com Paulino, os números indicam que Lula já opera próximo de seu limite máximo de intenções de voto, especialmente nas simulações de segundo turno, onde oscila perto de 49%.

 

No caso de Flávio Bolsonaro, o teto ainda é desconhecido.

“A gente não sabe até onde ele pode chegar”, afirmou o colunista, ressaltando que esse será um dos principais pontos de observação ao longo da campanha.

Tarcísio está mesmo fora do jogo?

 

Embora Tarcísio de Freitas não apareça com força na pesquisa espontânea, Paulino pondera que ainda é cedo para descartá-lo completamente. Com avaliação positiva em São Paulo e reconhecimento crescente, sua saída da disputa presidencial ainda depende do grau de convicção de suas declarações públicas.

 

A terceira via tem espaço real?

 

O debate também passou pelos nomes da chamada terceira via. Ratinho Júnior aparece com desempenho superior ao de outros governadores do mesmo campo, em parte, segundo Paulino, por uma associação automática com o pai, figura amplamente conhecida no país.

 

Mesmo assim, o colunista foi cético quanto às chances de rompimento da polarização. O histórico eleitoral recente mostra que candidaturas alternativas raramente ultrapassam a marca dos 10%.

“Quando o eleitor é colocado diante da escolha final, tende a optar pelo lulismo ou pelo bolsonarismo”, resumiu.

 

O que a pesquisa indica, afinal?

 

Na avaliação de Paulino, os números reforçam um cenário já conhecido, mas agora com um ingrediente novo: o eleitor está mais atento mais cedo, e a polarização parece ainda mais consolidada. A disputa caminha, mais uma vez, para um embate direto entre os dois campos que dominam a política brasileira desde 2018.

 Fonte: Jornalista Paulo Figueiredo

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Gladson se reúne com Vagner Sales e dá como certo apoio do MDB à pré-candidatura de Mailza.

 


governador Gladson Cameli se reuniu com o presidente estadual do MDB, Vagner Sales, nesta sexta-feira (30) para alinhar o apoio da sigla à pré-candidatura da vice-governadora Mailza Assis.

O encontro, que ocorreu em um clima de convergência política, contou também com a participação de Mailza e do secretário da Casa Civil, Jonathan Donadoni.

 

Em suas redes sociais, o governador não apenas registrou o momento, como também sinalizou que a aliança já está consolidada para o pleito de 2026.

“Alianças fortes constroem um futuro melhor! Hoje, Mailza e eu, acompanhados do Donadoni, tivemos uma excelente conversa com o presidente estadual do MDB, Vagner Sales. Na política, caminhar com boas alianças é fundamental. E nos fortalece para seguir trabalhando pelo bem do nosso Acre”, declarou Cameli.

A reunião serviu para estreitar os laços entre o Progressistas e o MDB, legendas que tradicionalmente possuem peso na política acreana. Para o governador, a união representa um projeto de continuidade e estabilidade para o estado.

“O MDB e o Progressistas são partidos que, há décadas, têm o Acre como prioridade. Sentar com o Vagner foi um momento de diálogo muito produtivo sobre o que queremos para o futuro do nosso estado. Vamos juntos que, como se diz por aqui: 2026 é nosso”, concluiu o chefe do Executivo.

Até então, o MDB avaliava o apoio entre o projeto de Mailza Assis e o do senador Alan Rick, que também mantém sua pré-candidatura ao Palácio Rio Branco. Embora o anúncio oficial por parte do diretório emedebista ainda não tenha sido formalizado via nota pública, a sinalização dada no encontro de hoje coloca o partido estrategicamente na base de apoio da atual vice-governadora.

 Fonte: ContilNet.com

Casos de violência doméstica crescem 13,5% no Acre e ultrapassam 6,5 mil registros em 2025

 


Dados mostram avanço contínuo ao longo do ano e concentração de mais da metade das ocorrências em Rio Branco

 

O Acre registrou 6.530 casos de violência doméstica em 2025, um aumento de 13,53% em relação a 2024, quando foram contabilizados 5.752 registros. Os números são do Núcleo de Apoio Técnico (NAT) do Ministério Público do Acre (MPAC).

O levantamento mensal mostrou que os casos aumentaram gradualmente ao longo de 2025. Janeiro fechou com 441 ocorrências, enquanto fevereiro teve 464 e março, 485. A escalada seguiu nos meses seguintes, alcançando 509 em abril, 538 em maio e mais de 560 registros em julho. O maior número do ano foi registrado em outubro, com 639 casos, seguido de novembro (630) e dezembro (593), evidenciando que a violência doméstica se manteve elevada até o fim do ano.

A capital, Rio Branco, concentrou 3.349 registros, o equivalente a 51,29% de todas as ocorrências de violência doméstica no estado. Em seguida aparecem Cruzeiro do Sul, com 605 casos (9,26%), e Sena Madureira, que contabilizou 378 registros (5,79%).

Outros municípios também apresentaram números significativos, como Tarauacá (303), Feijó (231), Brasiléia (205) e Senador Guiomard (197). Juntas, as cidades do interior respondem por quase metade das notificações, mostrando que o problema vai além da capital e atinge todas as regiões do Acre.

Mesmo municípios de menor porte registraram dezenas de ocorrências ao longo do ano, como Mâncio Lima (139), Xapuri (138), Acrelândia (126) e Bujari (112).

FonteContilNet.com

 

sábado, 10 de janeiro de 2026

OLAVO DE CARVALHO EXPLICANDO 2026


Se você entrou em 2026 sem esperança com a política do Brasil… 

Dá uma olhada no que o professor Olavo de Carvalho avisou pra gente em 2020:

*“Ou se prende os comunistas pelos crimes que eles cometeram, ou eles, fortalecidos, irão nos prender por crimes que não cometemos.”*

*“Não se iludam. O ódio assassino é o sentimento mais constante e mais natural nas almas de esquerdistas.”*

A gente pode conscientizar o máximo de pessoas que conseguirmos, mas a mídia faz doutrinação em massa, pautam o debate público, sustentam ideologias, alteram percepções.

A velha mídia é o que segura tudo isso.

A eleição desse ano pode ser a última chance para a direita pensar em deixar um Brasil com liberdade para os nossos filhos e netos. 

A política só tem importância por causa do nosso sonho de um Brasil com Deus, Pátria, Família e Liberdade.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

UMA BOA E UMA MÁ NOTÍCIA.



Gente, eu tenho uma boa e uma má notícia para te contar.

Vamos começar pela boa notícia:

Maduro pode sentar diante de investigadores e fazer o que regimes autoritários sempre fizeram quando caem: negociar sobrevivência contando tudo.

A delação do Maduro — se vier — não precisa provar nada novo.

Ela só precisa confirmar o que já está documentado em pedaços.

E é isso que torna essa possibilidade tão boa: ela pode conectar os pontos do PT, Lula, Venezuela, Foro de São Paulo, Cuba e o comunismo na América Latina. 

*Mas agora chegou a hora da má notícia…*

O Lula não vai ficar parado esperando o Maduro contar tudo pro Trump em uma delação premiada. 

O cara tá preparando a reeleição para transformar o Brasil na Nova Venezuela. 


Fonte: https://go.teatualizei.app/campaign/wpp-news

A NOVA PRISÃO DE MADURO.

Gente, veja os planos do Trump para Venezuela: 

*“Precisamos consertar o país primeiro. Não dá para ter eleições. Não há como o povo sequer votar”.*

Enquanto o caos reina na Venezuela, a batata do Maduro segue esquentando nos Estados Unidos. 

O cara será julgado no Distrito Sul de Nova York, acusado de narcoterrorismo, conspiração para tráfico de drogas, tráfico de armas e crimes que afetaram diretamente o território e a segurança dos EUA. 

Para os americanos, ele é tratado como chefe de um narcoestado, responsável por usar a Venezuela como rota de drogas e armas.

Eu não acho que ele vai receber pena de morte, mas prisão perpétua com certeza. 

As relações criminosas do Maduro também envolvem o Lula. 

Por isso, as eleições desse ano são as mais importantes das nossas vidas. 

Se a gente perder essa chance, o Lula ganha e fica mais 4 anos no poder e aí você já deve saber o resultado disso, a Venezuelização do Brasil. 


Fonte: https://go.teatualizei.app/campaign/wpp-news